Mercado livre de energia: liberdade de escolha nem sempre se traduz em economia imediata na conta de luz.
A recente assinatura do Decreto nº 13.097/2026, em cerimônia que contou com a presença do vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, e do ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, marca um passo significativo na expansão do mercado livre de energia para consumidores de baixa tensão. A promessa central é de uma potencial redução no custo da eletricidade. Contudo, a transição para este novo modelo exige cautela e informação por parte do consumidor.
A mudança para um fornecedor de energia alternativo não se resume a um simples trâmite administrativo. Trata-se de uma decisão de natureza financeira e contratual, que demanda uma análise aprofundada das propostas apresentadas pelas empresas comercializadoras. Para que os consumidores realmente colham os benefícios esperados, é fundamental que compreendam não apenas o potencial de economia, mas também os riscos associados e os custos de uma eventual reversão dessa escolha. O próprio decreto reconhece a importância da transparência, ao exigir que distribuidoras e comercializadoras detalhem os pormenores e responsabilidades inerentes à contratação.























