Mata Atlântica tem primeira emissão de créditos de carbono por restauração com nativas

Mata Atlântica tem primeira emissão de créditos de carbono por restauração com nativas
Crédito: Área de Mata Atlântica degradada na região do município de Potiraguá, Sul da Bahia, em 2022
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Primeira emissão de créditos de carbono com restauração nativa na Mata Atlântica é realizada pela re.green, marcando um avanço significativo para o mercado e para a conservação do bioma mais ameaçado do Brasil.

A empresa brasileira re.green, pioneira em restauração florestal em larga escala, celebrou uma conquista histórica ao realizar a primeira emissão de créditos de carbono provenientes da restauração com espécies nativas na Mata Atlântica. A iniciativa, que segue os rigorosos padrões de certificação da Verra, não apenas valida cinco anos de trabalho árduo e investimento, mas também abre um novo capítulo promissor para o modelo de restauração ecológica no Brasil.

Este marco representa a concretização de uma tese ousada: provar a viabilidade econômica e ambiental da recuperação de ecossistemas degradados em grande escala, utilizando a riqueza da biodiversidade local. A emissão inédita destaca o compromisso com a integridade ecológica e o potencial transformador do mercado de carbono como ferramenta para impulsionar a conservação da Mata Atlântica.

A Primeira Emissão: Detalhes e Impacto

O primeiro lote de créditos, composto por 36.877 unidades certificadas, foi gerado pela restauração de mais de 1.600 hectares de Mata Atlântica no Sul da Bahia, abrangendo os municípios de Eunápolis e Potiraguá. O reflorestamento, realizado entre 2022 e 2025, priorizou espécies nativas emblemáticas como o jequitibá-rosa, ipê, pau-brasil e jatobá, essenciais para a recuperação da biodiversidade e dos serviços ecossistêmicos.

Esta emissão é apenas o início de um plano ambicioso. A re.green planeja emitir mais de 120 mil créditos de carbono nos próximos meses, oriundos de projetos tanto na Mata Atlântica quanto na Amazônia. A continuidade do monitoramento e manejo garante que a floresta em recuperação continuará a acumular biomassa e a gerar novos créditos, assegurando resultados duradouros e auditados sob os mais altos padrões internacionais.

Benefícios Socioeconômicos e Ambientais Ampliados

Para além da captura de carbono, a restauração da Mata Atlântica com espécies nativas traz uma série de benefícios tangíveis. A iniciativa contribui significativamente para a melhoria da disponibilidade hídrica, a revitalização de habitats para a fauna local e o ressurgimento natural de espécies silvestres. Além disso, o processo de recuperação florestal fortalece as cadeias produtivas locais, impulsionando a economia de sementes e mudas e criando novas oportunidades de geração de renda e inclusão produtiva para as comunidades do entorno.

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Em termos de impacto social, quase 900 pessoas já foram beneficiadas por iniciativas de desenvolvimento socioeconômico ligadas aos projetos da re.green. Este legado, que cresce em paralelo com a floresta, demonstra a abordagem integrada da empresa, que busca aliar a restauração ecológica ao progresso local.

Um Marco para o Mercado de Carbono e a Conservação

Thiago Picolo, CEO da re.green, ressaltou a importância da emissão: “Essa emissão é a concretização de uma tese. Há cinco anos, começamos com a convicção de que era possível restaurar florestas nativas em escala no Brasil, com rigor científico, integridade e dentro de uma lógica econômica sustentável. Este resultado prova que era.” Ele acrescentou que este é um marco para o mercado de carbono, sendo a primeira iniciativa de restauração florestal em larga escala com espécies nativas na Mata Atlântica a emitir créditos sob padrões internacionais.

A empresa já atua em mais de 37 mil hectares na Mata Atlântica e na Amazônia, com mais de 20 mil hectares com mudas plantadas, atraindo parcerias estratégicas com gigantes como Microsoft, Nestlé e Vivo. O reconhecimento da qualidade dos projetos da re.green é comprovado por diversas certificações e premiações de renome internacional, incluindo o The Earthshot Prize 2025, conhecido como o “Oscar ambiental”.

A visão da re.green transcende a simples emissão de créditos; trata-se de transformar a recuperação da natureza em uma poderosa agenda de desenvolvimento para o Brasil, utilizando ciência, tecnologia e capital para regenerar ecossistemas e gerar valor para a sociedade e para o meio ambiente.

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