Com descontos que alcançam 61%, nova rodada de leilão disponibiliza 153 imóveis no Distrito Federal, focando na retomada comercial e em oportunidades estratégicas para investidores locais.
O mercado imobiliário do Distrito Federal ganha um novo impulso com a abertura de um leilão de peso, organizado pela Resale. A operação coloca à disposição 153 propriedades que haviam sido retomadas por instituições financeiras, somando um valor de mercado de R$ 45,18 milhões.
Este lote específico posiciona a capital federal como o epicentro da estratégia nacional da companhia, concentrando pouco mais de um quarto de todo o inventário disponível para venda no país. O movimento é visto como uma chance para investidores que buscam ativos com alta liquidez e potencial de valorização rápida.
Foco em negócios e agilidade na entrega
O diferencial desta oferta reside no perfil dos bens, desenhados para atender às demandas de empreendedores regionais. Quase 90% dos ativos disponibilizados possuem vocação comercial, englobando desde lojas em pontos estratégicos até salões e garagens.
A maioria esmagadora das unidades está situada estrategicamente no Plano Piloto e nas principais regiões administrativas do DF. Além da localização, a questão da posse é um fator decisivo: mais de 92% das propriedades estão vazias, o que garante a imissão de posse sem entraves burocráticos.
Marcelo Prata, CEO da Resale, destaca:
Brasília apresenta uma janela muito clara para pequenos comerciantes e investidores. A prevalência de imóveis comerciais desocupados e com forte deságio reduz a barreira de entrada e acelera o início das operações.
Impacto no investimento regional
O deságio agressivo, que atinge 61% em relação aos preços de mercado, atua como um catalisador para quem deseja encurtar o ciclo de retorno sobre o capital investido. Em um cenário onde o custo de entrada é frequentemente o maior obstáculo, a medida facilita a abertura de novos pontos comerciais.
A expectativa é que a oferta atraia tanto investidores experientes quanto pequenos empresários que planejam expandir seus negócios. Com essa facilitação, o setor espera dinamizar o uso de espaços comerciais que estavam parados nas mãos dos bancos, devolvendo-os à economia ativa da região.














