O governo federal transferiu a administração da Hidrovia do Rio São Francisco para a Codeba, visando modernizar o transporte e beneficiar mais de 11 milhões de habitantes no Nordeste brasileiro.
O Ministério de Portos e Aeroportos oficializou nesta quarta-feira (04) uma mudança estrutural significativa para o escoamento de riquezas no interior do país.
A gestão da Hidrovia do Rio São Francisco, conhecida como HN-500, foi transferida para a Companhia das Docas do Estado da Bahia (Codeba).
O acordo, firmado com o governo da Bahia, tem prazo de validade de 25 anos.
O objetivo central é reativar o transporte comercial de cargas e passageiros, otimizando a logística de uma região que engloba estados de Alagoas, Bahia e Pernambuco, impactando diretamente cerca de 11,5 milhões de pessoas.
Uma nova era para a logística regional
A transição tira a responsabilidade operacional das mãos do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), repassando à Codeba o controle da via navegável e da Eclusa de Sobradinho.
Ao todo, 15 instalações portuárias de pequeno porte passam a ser geridas pela companhia, que já projeta números otimistas.
A expectativa da diretoria da empresa é movimentar aproximadamente 5 milhões de toneladas de produtos logo no primeiro ano de operação.
A hidrovia deve se tornar um eixo fundamental para o escoamento de grãos, algodão e a fruticultura, setores que são pilares da economia nordestina.
“A união de esforços entre o Executivo federal e o governo estadual consolida um novo marco para a engenharia territorial e a integração econômica do interior brasileiro.”
Impactos além da navegação
O cronograma de transição prevê que todos os









