A flexibilidade do setor elétrico brasileiro ganha novas dimensões com fontes diversificadas de energia, impulsionando a transformação e a resiliência do sistema.
A matriz energética do Brasil está em constante evolução, e a busca por maior flexibilidade tem se tornado um pilar fundamental para o futuro do setor elétrico. Andreia Maia Monteiro, em sua atuação no Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), ressalta uma mudança de paradigma importante: a flexibilidade, que outrora era predominantemente associada aos recursos de geração de energia, agora se expande para abranger uma gama mais ampla de fontes.
Essa transição sinaliza um amadurecimento do setor, onde a capacidade de adaptação e resposta a diferentes cenários de demanda e oferta se torna ainda mais robusta. A diversificação de fontes para garantir a flexibilidade não apenas fortalece a segurança energética do país, mas também abre caminho para a integração de novas tecnologias e modelos de negócio inovadores, essenciais para um futuro mais sustentável e eficiente.













