O filme “Se eu fosse vivo…vivia” celebra o sucesso no Festival de Brasília, com exibições especiais no Cine Brasília.
O aguardado 59° Festival de Brasília do Cinema Brasileiro encerrou suas atividades com grande destaque para o longa-metragem “Se eu fosse vivo…vivia”. Dirigido por André Novais Oliveira, o filme não apenas conquistou o cobiçado Troféu Candango, o prêmio máximo da competição, mas também foi reconhecido nas categorias de melhor figurino e melhor roteiro.
Desde o último domingo, o Cine Brasília, tradicionalmente o palco principal do evento, tem aberto suas portas para exibir as obras que se destacaram nas diferentes mostras competitivas do festival. Uma oportunidade imperdível para o público rever e celebrar os vencedores.
Para os fãs da obra de André Novais Oliveira, há uma nova chance de conferir “Se eu fosse vivo…vivia”. O filme terá uma reprise nesta segunda-feira, dia 21 de setembro, às 20h, com entrada franca.
A cerimônia de encerramento também reservou honrarias para a escritora Conceição Evaristo e o ator Norberto Novais Oliveira, que receberam menção honrosa por suas participações.
“Se eu fosse vivo…vivia” narra a tocante história de Gilberto e Jacira, um casal que viveu mais de 50 anos juntos no interior de Minas Gerais. A trama se desenvolve a partir da internação de Jacira, quando Gilberto começa a vivenciar acontecimentos inusitados e fora do comum.
Esta edição do festival, considerado o mais longevo do país, registrou um número recorde de inscrições, com 2 mil filmes submetidos. Desse volume expressivo, mais de 70 produções foram selecionadas para as diversas mostras, demonstrando a vitalidade e a diversidade do cinema nacional. Além das competições principais de longas e curtas-metragens, o evento proporcionou sessões paralelas e homenagens a personalidades e temas relevantes para o audiovisual brasileiro.















