A eureciclo une forças com parceiros estratégicos para viabilizar a incorporação de plástico pós-consumo (PCR) nas linhas de produção, garantindo que empresas alcancem as metas de sustentabilidade impostas pelo novo Decreto do Plástico brasileiro.
O mercado brasileiro vive um momento de transformação estrutural com a implementação do Decreto nº 12.688/2025, amplamente conhecido como Decreto do Plástico. Com o estabelecimento de metas progressivas de conteúdo reciclado obrigatório já para 2026, as companhias enfrentam o desafio de transitar da conformidade legal para uma efetiva economia circular.
Nesse cenário, a eureciclo tem se destacado ao fortalecer seu ecossistema de soluções, conectando marcas a fornecedores de resinas recicladas de alta qualidade. O foco é superar obstáculos técnicos e garantir o suprimento de PCR rastreável, essencial para que as indústrias evitem sanções ambientais e consolidem sua reputação como agentes ativos na agenda ESG.
Soluções práticas para o desafio do PCR
Para auxiliar departamentos de Suprimentos e P&D, a eureciclo lançou o Guia Prático do PCR: Da conformidade legal à liderança em economia circular. O material atua como um roteiro para testes de máquinas, homologação e blindagem fiscal.
Para viabilizar essa transição, a empresa aposta em parcerias estratégicas com players como Raposo Plástico, Teixeira Têxtil e Azeplast.
Parcerias estratégicas na cadeia de polímeros
A Raposo Plástico concentra esforços no processamento de PEAD e PP, focando na estabilidade mecânica das resinas. Segundo Rafael Bringel, gerente da empresa:
Observamos avanços significativos na qualidade dos reciclados, impulsionados pelo controle rigoroso do feedstock, processos mais eficientes de triagem e lavagem, além do uso de aditivos específicos.
Já a Teixeira Têxtil traz um modelo de economia circular integrado, transformando Big Bags pós-consumo em resinas de PP. A empresa reforça que a colaboração é o pilar do sucesso:
A parceria entre recicladores, transformadores e marcas é essencial para garantir qualidade, escala e viabilidade econômica.
Por fim, a Azeplast atua na ponta dos filmes flexíveis de PEBD. O desafio técnico de manter a produtividade em linhas automatizadas é superado por meio de projetos personalizados, entregando resinas que equilibram performance e custo-benefício, permitindo que a indústria adote o plástico reciclado sem perda de eficiência.
A urgência do poder coletivo
O cumprimento das metas para 2026 exige uma resposta coordenada. Conforme destaca Marcella Bueno, diretora de economia circular da eureciclo:
Nenhum ator, por maior que seja, consegue girar a chave da economia circular sozinho. O sucesso da implementação do PCR depende do que chamamos de poder coletivo: a união entre a capacidade de escala das indústrias e a rastreabilidade técnica de parceiros homologados. A verdadeira inovação sustentável exige mudança sistêmica.
O uso estratégico do PCR é o caminho definitivo para reduzir a dependência de resinas virgens e minimizar o impacto ambiental dos resíduos. A rastreabilidade e a qualidade técnica dos materiais tornam-se o diferencial competitivo para as empresas que pretendem liderar o mercado de forma consciente e eficiente.
NOTÍCIAS RELACIONADAS
Legado Verdes do Cerrado transforma conservação em impulsionamento da cadeia produtiva e fortalece bioeconomia em parceria com a Concepta Ingredients
· Energia Renovável
LEIA MAIS
ISA Energia poderá oferecer soluções com baterias para empresas após aval da Aneel
· Instagram
LEIA MAIS
Aneel autoriza ISA Energia a oferecer soluções com baterias a empresas
· Instagram
LEIA MAIS























