Plataforma em Ação: Senado e Câmara Debatem Redução de Impostos sobre Combustíveis e Outras Medidas Urgentes
A Câmara dos Deputados se mobiliza para votar ainda nesta terça-feira (11) um projeto crucial para o bolso do consumidor brasileiro: o PLP 114/2026. A proposta, vinda do governo, visa mitigar o impacto das flutuações internacionais no preço dos combustíveis, permitindo a redução ou até a zeragem de impostos federais sobre gasolina, diesel e etanol. Esta iniciativa, considerada uma prioridade, reflete a urgência em proteger o cidadão das oscilações do mercado global de energia.
A deputada Marussa Boldrin, relatora da matéria, está empenhada em finalizar os ajustes do texto com a equipe econômica. O projeto, que já conta com o aval do Senado para tramitação rápida, pode ser ampliado para abranger outros setores estratégicos. Entre as possibilidades em discussão estão incentivos para a produção de fertilizantes, isenções fiscais para a exploração de minerais críticos e a antecipação de recursos para o Ministério da Defesa, fortalecendo a soberania nacional.
O presidente da Casa, Hugo Motta, expressou otimismo quanto à aprovação ainda no dia de hoje, destacando a celeridade na tramitação e o amplo consenso em torno dos temas. A expectativa é que, após a aprovação na Câmara, o Senado também analise a proposta em caráter de urgência, garantindo respostas rápidas às demandas da sociedade. O objetivo é claro: encontrar soluções que tragam alívio econômico e fortaleçam setores vitais para o país.
Outras Pautas em Discussão: Da Taxa das Blusinhas à Misoginia
Além da pauta econômica, a Câmara discute outras matérias relevantes. A Medida Provisória 1357/26, que visa zerar a chamada “taxa das blusinhas” sobre importados, ainda aguarda a instalação de sua comissão mista. Hugo Motta ressaltou a importância de debater o tema antes do vencimento da MP em setembro, evitando a reintrodução da taxação. A urgência é motivada pelo tempo exíguo e pela necessidade de o Congresso se posicionar sobre o assunto.
Outro tema em pauta, mas que enfrenta mais desafios para avançar nesta semana, é o projeto de lei contra a misoginia (PL 896/23). Motta reconheceu a relevância da pauta, mas apontou a necessidade de um consenso mais amplo entre os líderes partidários. Ele enfatizou a preocupação com o aumento da violência contra mulheres no país e a importância de um texto preciso, que não gere prejuízos à liberdade religiosa. A discussão segue em andamento, com negociações entre a bancada evangélica e a relatora Tabata Amaral.
NOTÍCIAS RELACIONADAS
De olho na conta de luz, 72% dos consumidores querem migrar para o mercado livre de energia, aponta pesquisa
· Energia Renovável
LEIA MAIS
Gentil Nogueira adia julgamento de recurso da TermoG sobre desclassificação no LRCAP 2026
· Instagram
LEIA MAIS
Aneel adia decisão sobre recurso da TermoG em meio a impasse no leilão
· Instagram
LEIA MAIS






















