O Grupo Águia Branca celebra 80 anos com o documentário “Latitudes da Águia”. A produção, que narra a trajetória da empresa através de depoimentos humanos, chega a Brasília no dia 15 de setembro em uma sessão especial.
O Grupo Águia Branca, referência nacional em logística e mobilidade, comemora oito décadas de atuação com um olhar voltado para o capital humano. A celebração ganha forma através do documentário “Latitudes da Águia”, uma obra que transcende os registros corporativos para explorar as vivências de quem ajudou a construir um dos maiores conglomerados do país.
A capital federal será palco de uma exibição exclusiva no dia 15 de setembro, das 8h30 às 10h30, no Cinemark do Shopping Pier 21. Este evento integra um circuito nacional que percorre diversas cidades, reforçando o compromisso da organização com a preservação da memória e a valorização de sua cultura empresarial.
Narrativas que conectam gerações
O longa-metragem se distancia da cronologia tradicional, priorizando a subjetividade e a experiência dos colaboradores. Com a participação de mais de 100 profissionais de diferentes regiões do Brasil, o filme ilustra a evolução da companhia nos setores de transporte e comércio de veículos, destacando a cultura de pertencimento que permeia a operação.
“Ao longo da nossa história, sempre acreditamos que investir em memória é também investir no fortalecimento da cultura organizacional. O documentário nasce desse olhar. Mais do que celebrar os 80 anos, nós acreditamos no poder da arte para valorizar com beleza e sensibilidade as histórias entrelaçadas com a história do Grupo, dando mais luz aos valores compartilhados e ao nosso propósito coletivo”, afirma Adriana Denadai, Head de Sustentabilidade do Grupo Águia Branca.
O olhar por trás das lentes
Sob a direção de Gui Castor, o documentário busca captar a essência da empresa, explorando o conceito de “latitudes” como uma metáfora para a diversidade geográfica e a riqueza das conexões humanas construídas desde a fundação.
“Queríamos mostrar que, mesmo em diferentes regiões do país, existe uma cultura construída por valores sólidos e pelas pessoas que fazem parte dessa história. É um filme sobre identificação, pertencimento e trabalho”, ressalta Gui Castor.
Entre os depoimentos, destaca-se a trajetória de Dulcinéia Matheus de Oliveira, analista de Tecnologia da Informação com 37 anos de casa: “Foi emocionante olhar para tudo o que vivemos ao longo desses anos. O Grupo nunca ficou estagnado, sempre evoluiu, e nós crescemos junto com ele. Fazer parte dessa história é motivo de muito orgulho”.
Legado e sustentabilidade futura
O circuito de exibições, que teve início em Vitória (ES), reafirma a importância da companhia em conectar pessoas e impulsionar o desenvolvimento econômico do país com foco em práticas de sustentabilidade. A iniciativa não apenas celebra o passado, mas projeta uma visão de futuro onde o legado de oito décadas serve como base para inovações contínuas, incluindo investimentos em áreas como energias renováveis e novas tecnologias de transporte.
Após o encerramento do circuito presencial, o Grupo Águia Branca disponibilizará o documentário na íntegra em seu canal oficial no YouTube, garantindo que o público em geral possa acessar essa jornada inspiradora que faz parte da história da infraestrutura e dos serviços no Brasil.
















