Projeto Circulando leva espetáculo circense gratuito e movido a energia solar ao Parque Ecológico dos Jequitibás, promovendo arte, sustentabilidade e acessibilidade no Distrito Federal.
A união entre arte mambembe e consciência ambiental ganha o palco itinerante da Cia CircomVida no Distrito Federal. Celebrando 11 anos de trajetória, o grupo dá início à segunda edição do projeto Circulando.
O evento de abertura ocorre no próximo domingo, dia 8, no Parque Ecológico dos Jequitibás, localizado em Sobradinho I. A apresentação da peça “Manual de Sobrevivência – Última Chamada” será totalmente gratuita e aberta à comunidade.
Além de divertir, a iniciativa busca provocar reflexões profundas sobre a preservação do planeta. O projeto utiliza fontes limpas para a execução técnica de todas as suas atrações culturais.
Sustentabilidade em quatro rodas
A grande inovação da estrutura mambembe reside em um micro-ônibus colorido adaptado com painéis fotovoltaicos. Toda a energia necessária para operar os sistemas de iluminação, som e cenografia é gerada pelo próprio veículo.
No palco, a trupe mescla linguagem teatral, acrobacias em monociclo, malabarismo e números de equilíbrio. O humor conduz as cenas que abordam temas cruciais, como o uso de fontes renováveis e a preservação ambiental.
Oficinas e inclusão social
A programação não se restringe ao palco e oferece atividades integrativas para os frequentadores do espaço público. O público poderá participar de vivências corporais com malabares e de um bate-papo educativo sobre transição energética com os artistas.
Para garantir a participação de todos, o grupo incorporou amplos recursos de acessibilidade universal. As sessões contam com interpretação em Libras, audiodescrição e adaptações estruturais para pessoas com mobilidade reduzida.
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Utilizamos a linguagem circense como ferramenta para despertar o olhar sobre a preservação e o uso de recursos renováveis.
Próximos passos da turnê
Viabilizado pelo edital Transformando Energia em Cultura, o projeto manterá sua agenda de intervenções itinerantes ao longo do mês de novembro em diversas regiões da capital.
Ao aliar circo tradicional, tecnologia limpa e engajamento comunitário, a iniciativa reforça o papel da arte como vetor de transformação social no DF.












