A Solfácil expande sua estrutura de liderança ao promover a área jurídica para o nível de vice-presidência, nomeando a especialista Bárbara Rubim para liderar a estratégia institucional da empresa.
Em um movimento estratégico para fortalecer sua governança, a Solfácil oficializou a criação de uma nova Vice-Presidência voltada ao Jurídico e Relações Institucionais. A iniciativa visa centralizar as diretrizes de compliance e o diálogo com órgãos reguladores, dando maior peso decisório às pautas que sustentam a operação da companhia no dinâmico mercado de energia solar.
Para liderar esse novo braço, a empresa contratou Bárbara Rubim, um nome de referência com 15 anos de vivência no setor elétrico. A executiva assume a responsabilidade de integrar os departamentos de governança corporativa e políticas públicas ao plano de expansão da marca, garantindo que o crescimento da empresa caminhe alinhado a um ambiente regulatório favorável.
Alinhamento entre inovação e regulação
A decisão de elevar o departamento jurídico reflete a necessidade da Solfácil em antecipar cenários regulatórios, garantindo segurança jurídica para seus investidores e para a extensa rede de integradores parceiros. De acordo com Fabio Carrara, CEO e fundador da organização, a expertise da nova VP será fundamental para consolidar a companhia como protagonista em soluções voltadas ao consumidor final.
A trajetória de Bárbara Rubim é um diferencial estratégico para a Solfácil neste momento de maturação do setor de geração distribuída e abertura do mercado elétrico, permitindo uma interlocução mais técnica e assertiva com os agentes públicos.
Papel de destaque na agenda setorial
Além de sua nova atuação corporativa, Bárbara Rubim mantém posições de prestígio no setor, como a presidência do Conselho da ABSOLAR e a diretoria de energia no Deinfra/FIESP. Essa rede de contatos será utilizada pela executiva para fortalecer o posicionamento da Solfácil junto ao MME, ANEEL e o Banco Central.
O novo escopo da vice-presidência contempla pautas cruciais para o futuro do setor, como a migração de consumidores da baixa tensão para o Mercado Livre de Energia e os debates sobre o novo desenho tarifário do Brasil. O objetivo é atuar na construção de um ambiente de negócios mais previsível e estável, fortalecendo toda a cadeia de valor da energia fotovoltaica nacional.
















