Taxa de desocupação em queda revela disparidades regionais no mercado de trabalho.
O Brasil registrou uma taxa de desocupação estimada em 5,4% no segundo trimestre de 2026, segundo dados divulgados hoje pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua apontou que 11 dos 27 estados brasileiros apresentaram índices de desemprego inferiores à média nacional nesse período. Destaque para cinco unidades da federação onde a taxa de desocupação sequer atingiu 3%.
William Kratochwill, analista do IBGE, explicou que as variações observadas entre os estados refletem múltiplos fatores, incluindo o dinamismo da atividade econômica, o grau de industrialização e o nível de escolaridade da população.
As variações observadas entre os estados refletem múltiplos fatores, incluindo o dinamismo da atividade econômica, o grau de industrialização e o nível de escolaridade da população.
A região Sul, com Santa Catarina à frente, demonstra uma performance mais robusta em comparação com as regiões Norte e Nordeste.
A taxa nacional de 5,4% representa uma melhora significativa em relação aos 6,1% registrados no primeiro trimestre de 2026. Outro ponto relevante da pesquisa é a formalização no mercado de trabalho. No segundo trimestre de 2026, 74,4% dos trabalhadores do setor privado possuíam carteira assinada.
Contudo, essa proporção varia consideravelmente entre as regiões, sendo menor no Nordeste (60,8%) e no Norte (60,5%). No segmento de trabalhadores domésticos, a taxa de formalização foi de 23,6%, um leve recuo em comparação com os 24,7% do mesmo período em 2025.






















