A pressão sobre os juros futuros e as tensões geopolíticas no Oriente Médio contiveram ganhos mais expressivos
A pressão sobre os juros futuros e as tensões geopolíticas no Oriente Médio contiveram ganhos mais expressivos
Por Misto Brasil – DF
O mercado financeiro registrou uma terça-feira (21) de oscilações e cautela. O Ibovespa fechou praticamente estável, com leve recuo de 0,03% (173.325 pontos), sustentado pela alta do petróleo e da mineração, enquanto a pressão sobre os juros futuros e as tensões geopolíticas no Oriente Médio contiveram ganhos mais expressivos.
Destaques do Mercado Financeiro
- Bolsa e Ações: O volume somou R$ 18 bilhões. A alta das commodities impulsionou petroleiras e mineradoras, que aguardam novos relatórios operacionais.
- Queda do Dólar: A moeda americana recuou 0,31%, cotada a R$ 5,0737, na contramão do cenário exterior. O movimento foi favorecido pelo petróleo forte e por operações atrativas de carry trade.
- Petróleo em Disparada: O barril Brent subiu 2% (US$ 91,01) e o WTI avançou 2,25% (US$ 84,34), atingindo o maior nível em cinco semanas. A escalada de conflitos no Oriente Médio e ameaças de Houthis no Estreito de Bab-el-Mandeb acendem alertas; o Goldman Sachs prevê que o barril pode bater US$ 120.
- Expectativa com a Tesla: Mercado de opções projeta alta volatilidade (oscilação de 5,76%) para o balanço da montadora nesta quarta-feira, com forte predomínio de ordens de compra (calls).
Visão Geral
O mercado financeiro experimentou um dia de volatilidade e apreensão na terça-feira (21). O Ibovespa permaneceu quase inalterado, apresentando uma pequena queda de 0,03% e fechando em 173.325 pontos. Essa estabilidade foi impulsionada pela valorização do petróleo e da mineração. No entanto, a pressão sobre os juros futuros e as tensões geopolíticas no Oriente Médio limitaram um avanço mais significativo do índice.






















