Quando a Tática Diverge: A Saída de Eugênio Aragão
A saída de Eugênio Aragão ocorreu por divergências procedimentais com Davi Tangerino, outro advogado que atua na defesa
Por Misto Brasil – DF
O advogado Eugênio Aragão, que já foi subprocurador-geral da República aposentado, deixou a defesa do ex-presidente do Banco de Brasília (BRB) Paulo Henrique Costa. Paulo Henrique Costa está em negociação para uma eventual delação premiada.
A decisão de Aragão ocorreu devido a divergências procedimentais com Davi Tangerino, que também é advogado na defesa de Paulo Henrique. Com a saída de Aragão, as negociações sobre a possível colaboração devem ficar sob a responsabilidade de Tangerino.
Essa mudança acontece enquanto os anexos da possível delação de Paulo Henrique estão sendo preparados. Ele foi transferido para uma cela na unidade da Papudinha, localizada no Complexo Penitenciário da Papuda, para se dedicar a esse material.
Devido à sua experiência no Ministério Público Federal, Aragão tinha iniciado conversas com a Procuradoria-Geral da República (PGR) sobre um possível acordo de colaboração de Paulo Henrique.
Até o momento, o termo de confidencialidade, que formaliza o início do processo de colaboração premiada, ainda não foi assinado.
Paulo Henrique Costa foi preso em 16 de abril sob suspeita de ter negociado propina em imóveis para beneficiar os interesses do Banco Master e do banqueiro Daniel Vorcaro dentro do BRB. Paulo Henrique Costa foi preso em 16 de abril sob suspeita.
Em um comunicado sobre sua saída do caso, Aragão declarou que “eventual colaboração premiada apenas seria considerada diante da existência de provas consistentes e inequívocas, sempre com respeito à legalidade, às instituições e à reputação das pessoas envolvidas”.
O comunicado também acrescentou que “Com quase 30 anos de atuação no Ministério Público Federal e extensa trajetória em funções de cúpula da instituição, Eugênio Aragão somente participa de iniciativas jurídicas pautadas pela absoluta seriedade, confiança profissional e responsabilidade”.
Visão Geral
O advogado Eugênio Aragão, ex-subprocurador-geral da República aposentado, deixou a defesa de Paulo Henrique Costa, ex-presidente do Banco de Brasília (BRB), que está em processo de negociação para uma possível delação premiada. A saída de Aragão se deu por divergências procedimentais com Davi Tangerino, outro advogado que atua na defesa de Costa. Com isso, a responsabilidade pelas negociações da delação recai sobre Tangerino. Essa mudança ocorre enquanto os detalhes da eventual colaboração estão sendo elaborados, e Paulo Henrique Costa foi transferido para uma cela na Papudinha, no Complexo Penitenciário da Papuda, para trabalhar no material. Aragão, com sua experiência no Ministério Público Federal, havia iniciado as conversas com a Procuradoria-Geral da República (PGR) sobre a colaboração. No entanto, o termo de confidencialidade, que marca o início formal do processo de delação, ainda não foi assinado. Paulo Henrique Costa foi preso em 16 de abril, sob a suspeita de ter negociado propinas em imóveis para beneficiar o Banco Master e o banqueiro Daniel Vorcaro dentro do BRB. Aragão ressaltou em nota que sua participação em iniciativas jurídicas é sempre pautada pela seriedade, confiança e responsabilidade, e que qualquer colaboração premiada só seria considerada com a existência de provas consistentes e respeito à legalidade e às instituições.
Créditos: Misto Brasil






















