André Santos assume a Neoenergia Brasília com plano ambicioso de investimentos até 2030, focado em modernização e qualidade.
A Neoenergia Brasília apresentou uma significativa mudança em sua liderança executiva. O engenheiro eletricista André Santos foi nomeado o novo diretor-presidente da subsidiária no Distrito Federal, marcando o início de uma nova fase focada no aprimoramento dos ativos de distribuição e na continuidade dos projetos de modernização da infraestrutura energética da capital federal. Esta transição estratégica antecede a divulgação de um plano de investimentos plurianual que se estenderá até 2030.
Santos sucede Frederico Candian, que concluiu um ciclo de cinco anos à frente da empresa. Durante a gestão de Candian, a Neoenergia Brasília investiu mais de R$ 1,4 bilhão em infraestrutura, um montante expressivo que resultou em uma melhoria substancial nos indicadores de qualidade técnica e comercial do serviço de energia no Distrito Federal.
Expertise Técnica em Foco
A nomeação de André Santos ressalta a importância da experiência técnica e operacional para a distribuidora, especialmente em um cenário de desafios crescentes como a adaptação às mudanças climáticas e a digitalização das redes, com o avanço das smart grids.
Com formação em Engenharia Elétrica pela UFPE e mais de 25 anos de experiência no setor de energia, Santos chega com um currículo robusto. Anteriormente, ocupou a superintendência técnica da Neoenergia Pernambuco, onde liderou áreas cruciais como operação e manutenção de alta tensão, gestão de ativos e desenvolvimento de engenharia para aprimoramento de indicadores operacionais.
Desafios e Metas Regulatórias
A nova diretoria assume a tarefa de gerenciar uma rede elétrica que já se beneficiou de investimentos bilionários, mas que ainda enfrenta a demanda gerada pela expansão urbana do Distrito Federal e pelas exigências de órgãos governamentais. O principal foco será a elaboração e execução do novo plano de investimentos até 2030.
O mercado aguarda com expectativa que o cronograma contemple o aumento da capacidade de subestações, a automação de redes com religadores automáticos e a implementação de medidas para tornar os circuitos mais resilientes a eventos climáticos extremos. Tais ações são fundamentais para que a companhia alcance suas metas de conformidade regulatória junto à Aneel, visando a redução dos índices DEC (Duração Equivalente de Interrupção por Unidade Consumidora) e FEC (Frequência Equivalente de Interrupção por Unidade Consumidora).





















