Lula sanciona lei que impulsiona setor de data centers com regime tributário especial.
Em um movimento estratégico para o desenvolvimento tecnológico e a atração de investimentos, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou, sem vetos, a Lei do Redata. A nova legislação institui um Regime Especial de Tributação voltado especificamente para os serviços de data centers, um setor crucial para a economia digital.
A sanção presidencial representa um marco importante para a expansão e modernização da infraestrutura de tecnologia da informação no Brasil. A medida visa tornar o país mais competitivo no cenário global, incentivando a instalação de novas unidades de processamento e armazenamento de dados. O governo complementará esta iniciativa com a publicação de um decreto regulamentador e uma portaria específica.
Novas Diretrizes para Fontes de Energia em Data Centers
As regulamentações futuras terão um papel fundamental na definição das fontes de energia permitidas para suprir a demanda energética dos data centers. Um ponto de destaque é a possibilidade de referendar a participação do gás natural como uma das fontes de baixa emissão elegíveis. Essa diretriz busca equilibrar a necessidade de energia confiável e de alto desempenho com os objetivos de sustentabilidade e redução de emissões.
A inclusão do gás natural, quando utilizado de forma eficiente, alinha-se com a transição energética, oferecendo uma alternativa com menor impacto ambiental em comparação com fontes fósseis mais poluentes. O objetivo é garantir que os data centers, grandes consumidores de energia, operem de maneira mais limpa e eficiente, fortalecendo a competitividade do Brasil na recepção de novos investimentos em infraestrutura digital e de tecnologia.
A aprovação da Lei do Redata sinaliza um compromisso do governo em fomentar um ambiente de negócios favorável para o setor de tecnologia. Com a regulamentação em andamento, espera-se um impulso significativo na capacidade instalada de data centers no país, gerando empregos, inovação e fortalecendo a soberania digital brasileira. A antecipação da inclusão de fontes como o gás natural na matriz energética destes complexos tecnológicos demonstra uma visão de futuro que combina desenvolvimento econômico com responsabilidade ambiental.
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