Em três anos de atuação no mercado de energia solar por assinatura, a Órigo Energia proporcionou uma economia acumulada de R$ 267 milhões na conta de luz de seus clientes, impulsionando a expansão da geração distribuída no Brasil.
Reduzir despesas recorrentes e equilibrar o orçamento tornou-se uma prioridade para famílias e pequenos empreendedores em todo o país. Nesse cenário, a fatura de eletricidade frequentemente pesa no orçamento doméstico e corporativo, abrindo espaço para alternativas que tragam alívio financeiro real e promovam a sustentabilidade.
É exatamente nesse contexto que a energia solar por assinatura se consolida como uma solução viável e de alto impacto. Atuando de forma pioneira nesse mercado, a Órigo Energia alcançou a marca expressiva de R$ 267 milhões em economia gerada para seus consumidores em um período de três anos, provando que a transição para uma matriz energética limpa pode andar de mãos dadas com a eficiência econômica.
Aurélio Bustilho, CEO da Órigo Energia, afirmou:
Ainda existe o mito de que a energia solar é cara e inacessível. Hoje, ela deixou de ser um privilégio de poucos e passou a estar mais presente na vida de milhares de famílias e pequenos negócios. A Órigo atua exatamente para democratizar o acesso à energia solar no Brasil por meio de um modelo de geração compartilhada que permite que pessoas e empresas economizem na conta de luz sem precisar instalar placas solares.
O crescimento acelerado da geração distribuída no Brasil
O setor de geração distribuída tem registrado avanços expressivos nos últimos anos. De acordo com dados da ANEEL, a capacidade instalada saltou de 36,2 GW em 2024 para cerca de 45 GW em 2025, enquanto o número de consumidores atendidos alcançou a marca de 7,2 milhões.
Esse crescimento acelerado conta com forte protagonismo dos consumidores residenciais, que representavam 62,4% das unidades consumidoras no início de 2026. O segmento comercial respondia por 24,4%, seguido pelo setor rural, com 10,6%, evidenciando a capilaridade da energia renovável no país.
Como funciona a economia na prática
No modelo de energia compartilhada operado pela companhia, a redução na fatura pode chegar a até 30%. O percentual exato varia conforme fatores como estado, distribuidora local e o perfil de consumo de cada cliente.
Aurélio Bustilho declarou:
Não trabalhamos com um valor mensal único de economia porque o resultado varia significativamente de acordo com o consumo e as características da unidade consumidora. Naturalmente, uma empresa ou propriedade rural com consumo mais elevado pode ter uma economia nominal maior do que uma residência, ainda que o percentual de economia seja semelhante.
O processo é totalmente digital. O cliente continua vinculado à sua distribuidora local, mas passa a receber créditos referentes à energia limpa produzida em uma fazenda solar. A gestão de contratos e o acompanhamento da economia podem ser feitos de forma prática por meio de aplicativo e portal dedicados.
Impacto financeiro e social comprovado
Encerrando 2025 com 115 mil clientes e 420 fazendas solares, a empresa gerou aproximadamente 1.142 GWh de energia limpa. A evolução da economia entregue aos consumidores é evidente: passou de R$ 50 milhões em 2023 para R$ 81 milhões em 2024, ultrapassando a marca de R$ 136 milhões em 2025.
O modelo também fortalece iniciativas de impacto social, a exemplo do Programa Órigo Social, que no último ano beneficiou 73 instituições com cerca de R$ 900 mil em economia na conta de luz, liberando recursos para que essas organizações foquem em suas atividades principais.
Aurélio Bustilho destacou:
A expansão da geração compartilhada mostra que o acesso à energia solar pode acontecer de forma simples e sem a necessidade de investimentos em uma estrutura própria. Nosso objetivo é continuar ampliando esse acesso, levando economia para mais consumidores e contribuindo para uma matriz energética cada vez mais renovável.
Com a contínua evolução do setor de energia solar por assinatura, a expectativa para os próximos anos é de que mais consumidores descubram os benefícios da sustentabilidade financeira e ambiental. A consolidação de modelos acessíveis de energia limpa reforça o papel estratégico da geração distribuída na construção de um futuro energético mais descentralizado, eficiente e acessível para toda a sociedade brasileira.
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