O brasileiro passa a encarar o crédito não como consumo impulsivo, mas como um instrumento de proteção e estabilização para imprevistos.
O brasileiro passa a encarar o crédito não como consumo impulsivo, mas como um instrumento de proteção e estabilização para imprevistos.
Por Misto Brasil – DF
Apesar da pressão nas finanças pessoais, o brasileiro demonstra resiliência e foco no futuro. Uma pesquisa recente da SuperSim, fintech focada em crédito pessoal e inclusão financeira, revela que 74% dos entrevistados vivem no limite do orçamento ou apenas cobrem os custos do mês sem conseguir poupar. Mesmo assim, 81% acreditam em melhorias na sua vida financeira em até um ano.
A Mudança de Prioridades
O estudo ouviu 1.206 pessoas em todo o Brasil — majoritariamente das classes C e D — e indica uma mudança comportamental relevante: o desejo de aumentar a renda e formar uma reserva de emergência supera a quitação de dívidas. Ou seja, o brasileiro passa a encarar o crédito não como consumo impulsivo, mas como um instrumento de proteção e estabilização para imprevistos.
Metas para o Futuro
Entre as principais metas de médio e longo prazo estão a casa própria, a criação de uma reserva financeira e o empreendedorismo.
Visão Geral
Segundo o diretor de Marketing da SuperSim, Gabriel Coutinho, esse movimento reflete uma relação mais consciente com o dinheiro, onde o crédito responsável entra como um aliado na recuperação do equilíbrio econômico e no planejamento de um futuro mais estável.






















