A inteligência artificial agora é uma aliada na preparação para o Enem
A inteligência artificial agora é uma aliada na preparação para o Enem
Por Misto Brasil – DF
A preparação para o Enem conta com um novo recurso tecnológico. Durante o evento Google for Brasil 2026, foi anunciado que o Gemini oferecerá simulados gratuitos para os estudantes a partir de julho.
Por meio do aplicativo, os alunos poderão realizar avaliações completas ou focadas em áreas específicas, seguindo o modelo oficial do exame.
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Ao concluir os simulados, a ferramenta apresentará um diagnóstico detalhado do desempenho, identificando pontos fracos e sugerindo planos de estudo personalizados.
Debate sobre a dependência tecnológica
A introdução dessa ferramenta de IA nas rotinas escolares suscita discussões sobre os limites da dependência tecnológica. Um estudo do MIT Media Lab alertou para o risco da “dívida cognitiva”, que ocorre quando o uso excessivo de ferramentas automatizadas pode diminuir o engajamento intelectual e a capacidade de análise crítica dos estudantes, especialmente se a tecnologia for utilizada apenas para obter respostas sem reflexão.
Para Victor Cornetta, especialista em desenvolvimento estudantil e fundador da Kaizen Mentoria, a inovação é positiva, mas seu valor final depende da atitude do candidato.
“A IA pode explicar conceitos e indicar dificuldades, mas para que o aprendizado seja real, o aluno precisa se esforçar para interpretar o conhecimento”, afirma Cornetta.
Ele acrescenta que o principal benefício reside no direcionamento estratégico, desde que o estudante utilize os dados obtidos para aprimorar seus estudos.
Visão Geral
A inteligência artificial Gemini oferecerá simulados gratuitos para o Enem a partir de julho, permitindo avaliações completas ou por áreas específicas, com diagnóstico de desempenho e planos de estudo personalizados. Essa novidade, embora amplie a presença da IA na educação, levanta debates sobre a dependência tecnológica e o risco de reduzir o pensamento crítico dos alunos, como alertado por um estudo do MIT Media Lab. Especialistas, como Victor Cornetta, ressaltam que a IA é uma ferramenta de apoio, e o aprendizado efetivo depende do esforço e da postura ativa do estudante.
Créditos: Misto Brasil























