O gás natural e biocombustíveis são pilares essenciais para a transição energética brasileira, promovendo segurança, flexibilidade e competitividade na matriz nacional.
Conteúdo
- Introdução e Visão Geral
- Gás Natural: Indutor de Segurança e Flexibilidade na Matriz Energética
- Protagonismo dos Biocombustíveis na Matriz Energética Nacional
- Visão Geral e Desafios da EPE
Introdução e Visão Geral
Durante a Gas Week 2026, Heloísa Borges, diretora da EPE, destacou a integração do gás natural e fontes renováveis como oportunidade para consolidar a liderança brasileira na transição energética. O debate sobre infraestrutura e mercado de gás foi central.
Gás Natural: Indutor de Segurança e Flexibilidade na Matriz Energética
Heloísa Borges reforçou o papel fundamental do gás natural na segurança do sistema elétrico. Com o avanço eólico e solar, fontes flexíveis são essenciais para responder a oscilações. O gás se estabelece como parceiro estratégico, viabilizando a integração do sistema e evitando dependência de fontes intermitentes. A EPE atua para expandir infraestruturas, levando o gás a novos polos industriais e termelétricas, garantindo a competitividade industrial na transição para baixo carbono.
Protagonismo dos Biocombustíveis na Matriz Energética Nacional
O setor de biocombustíveis também foi pauta central. O Brasil avança em energias renováveis líquidas com tecnologias como diesel verde (HVO) e etanol de segunda geração, liderando a mobilidade sustentável. A estabilidade regulatória é decisiva para atrair investimentos em biocombustíveis. A EPE suporta políticas públicas robustas e baseadas em dados técnicos.
Visão Geral e Desafios da EPE
O trabalho da EPE demonstra que desenvolvimento econômico e sustentabilidade caminham juntos. A exploração eficiente de petróleo e gás, com expansão de biocombustíveis, cria um círculo virtuoso. A transição energética brasileira adota um modelo híbrido, onde óleo e gás financiam novas soluções de baixo carbono. A Gas Week 2026 evidenciou a convergência do setor, com o desafio de operacionalizar o planejamento. A articulação da exploração de recursos naturais com um plano de descarbonização é crucial. A trajetória de Heloísa na EPE garante o planejamento estratégico brasileiro como referência internacional.






















