E o futuro dos investidores: estratégias para se proteger em meio a crises bancárias.
Os grandes bancos desabaram e puxaram o Ibovespa para baixo. Banco do Brasil caiu 3,62%, antes do seu Dia do Investidor
Por Misto Brasil – DF
O Ibovespa encerrou o dia em queda de 1,65%, atingindo 192.888,96 pontos, o que representa uma perda de 3.243,10 pontos. Apesar desse cenário, analistas revisaram para cima suas projeções para o principal índice da Bolsa brasileira, antecipando que ele possa alcançar 210 mil pontos se as tensões geopolíticas, especialmente no Oriente Médio envolvendo EUA, Israel, Irã e Líbano, diminuírem.
Em contrapartida, a Petrobras teve um desempenho positivo, com alta de 1,38%, impulsionada pela valorização do petróleo no mercado internacional. Já a Vale registrou queda de 1,70%, chegando ao seu menor valor do dia, mesmo com a valorização do minério de ferro.
Os grandes bancos apresentaram forte desvalorização, exercendo pressão negativa sobre o Ibovespa. O Banco do Brasil, às vésperas de seu Dia do Investidor nesta quinta-feira, caiu 3,62%. Os investidores aguardam a divulgação de informações que podem indicar se o lucro futuro da companhia será afetado por provisões mais elevadas.
O Bradesco registrou queda de 2,95%, enquanto o Itaú Unibanco perdeu 2,89% e o Santander fechou em baixa de 3,32%, atingindo seu menor patamar do dia.
O preço do petróleo encerrou o dia em forte alta nesta quarta-feira (22), impulsionado pela persistência das tensões no Oriente Médio, mesmo com o anúncio dos EUA sobre a extensão do cessar-fogo. O barril do petróleo Brent voltou a superar a marca dos US$ 100.
O petróleo WTI, com vencimento para junho e negociado na New York Mercantile Exchange (Nymex), fechou com alta de 3,66% (US$ 3,29), alcançando US$ 92,96 por barril.
O Brent, para o mesmo mês e negociado na Intercontinental Exchange de Londres (ICE), apresentou valorização de 3,5% (US$ 3,43), terminando o dia a US$ 101,91 por barril.
O dólar fechou o dia de quarta-feira, após o feriado no Brasil, com variação estável. A moeda foi influenciada pelas notícias sobre a guerra no Oriente Médio, especialmente após o presidente dos EUA, Donald Trump, ter prorrogado indefinidamente o cessar-fogo com o Irã.
O dólar à vista encerrou o pregão com uma variação negativa mínima de 0,01%, sendo negociado a R$ 4,9736. Este valor representa o menor fechamento registrado até o momento em 2026.
No mercado futuro, por volta das 17h04, o dólar futuro com vencimento em maio, que é o mais negociado no mercado brasileiro, apresentava alta de 0,39% na B3, cotado a R$ 4,9820.
Visão Geral
O dia foi marcado pela queda do Ibovespa, influenciada pela desvalorização dos grandes bancos. O Banco do Brasil, Bradesco, Itaú Unibanco e Santander registraram perdas significativas. Em contraste, a Petrobras apresentou alta, impulsionada pelo petróleo, enquanto a Vale caiu apesar da alta do minério de ferro. O preço do petróleo Brent e WTI subiu devido às tensões no Oriente Médio. O dólar fechou praticamente estável, com o dólar à vista registrando seu menor valor de fechamento em 2026, enquanto o dólar futuro para maio apresentou leve alta.
Créditos: Misto Brasil






















