A Universidade de Brasília (UnB) promove o Fórum Sociocultural Local 2026, conectando acadêmicos e a comunidade do Paranoá e Itapoã para definir futuras diretrizes de extensão universitária na capital.
A Universidade de Brasília (UnB) deu um passo decisivo para estreitar os laços entre a academia e as demandas da periferia do Distrito Federal. No próximo sábado, dia 17, o Centro de Cultura e Desenvolvimento será palco do Fórum Sociocultural Local 2026, um evento que pretende ouvir a voz de moradores, estudantes e lideranças comunitárias do Paranoá, Itapoã e São Sebastião.
O encontro, organizado pelo Decanato de Extensão, vai além do debate teórico. O objetivo central é alinhar o conhecimento científico da instituição às necessidades reais da população, transformando sugestões colhidas em campo em uma bússola estratégica para as ações sociais da universidade nos próximos anos.
Co-criação de políticas públicas acadêmicas
As discussões que ocorrerão durante o fórum não serão apenas registros de um evento, mas a fundação do Edital REPE 2027. As diretrizes estabelecidas pelos grupos de trabalho serão fundamentais para orientar os novos projetos de extensão que a UnB levará a essas regiões no futuro próximo.
A programação é robusta e se estende das 8h30 às 16h45, contemplando mesas institucionais, apresentações culturais e ciclos de oficinas técnicas. Temas como saúde mental, combate à desinformação, preservação da memória local e fomento à economia solidária compõem o eixo central dos debates.
A integração entre o saber acadêmico e a sabedoria popular é o único caminho para que a universidade cumpra seu papel social de forma ética e eficiente, garantindo que o impacto gerado responda aos anseios da nossa gente.
Mobilização e impactos regionais
O evento reforça a importância da rede de polos regionais da UnB. Ao levar o fórum para o coração das comunidades, a instituição descentraliza suas atividades e permite que a população tome parte ativa na construção das prioridades educacionais e sociais da região.
Para os próximos passos, a expectativa é que esse modelo de participação social se consolide como prática recorrente. Ao colocar a comunidade como coautora das políticas de extensão, a Universidade de Brasília busca tornar sua atuação mais assertiva, criando um ciclo de colaboração que beneficia tanto o desenvolvimento acadêmico quanto o bem-estar das populações do Paranoá e cidades vizinhas.















