**A governadora Celina Leão enviou à Câmara Legislativa (CLDF), nesta quinta-feira (18), os projetos de lei que criam as regiões administrativas de Ponte Alta e 26 de Setembro. A assinatura das propostas ocorreu no Palácio do Buriti, dando início ao processo formal de expansão administrativa do Distrito Federal.**
A governadora Celina Leão enviou à Câmara Legislativa (CLDF), nesta quinta-feira (18), os projetos de lei que criam as regiões administrativas de Ponte Alta e 26 de Setembro. A assinatura das propostas ocorreu no Palácio do Buriti, dando início ao processo formal de expansão administrativa do Distrito Federal.
Gestão de recursos e pessoal
Para garantir a viabilidade operacional das novas regiões sem gerar gastos extras, o governo utilizou uma estratégia de remanejamento. Os cargos em comissão necessários para o funcionamento das novas estruturas serão retirados do banco de cargos administrado pela Secretaria de Economia. Além disso, a estrutura física será otimizada através da transferência de parte do acervo patrimonial da Administração Regional do Gama para a nova unidade de Ponte Alta, e da regional de Vicente Pires para a de 26 de Setembro.
Segundo a governadora, a medida foi desenhada para ser neutra em termos orçamentários: “Importante colocar que será sem aumento de despesas, porque eu estou pegando cargos da administração pública, fazendo uma transformação desses cargos para fazer o provimento dos servidores que vão trabalhar nessas administrações”, explicou Celina Leão.
Perfil das novas regiões
A futura região administrativa de 26 de Setembro destaca-se por sua extensão de aproximadamente 13,8 milhões de metros quadrados, abrigando cerca de 29,3 mil habitantes, conforme registros da secretaria DF Legal.
Já a região de Ponte Alta, historicamente ligada ao Gama, possui uma configuração peculiar de setor rural e urbano. Com uma população estimada em 45 mil moradores, a área enfrenta desafios significativos relacionados à regularização fundiária. O território é extenso, abrangendo cerca de 265,78 km², e inclui localidades como Ponte Alta Norte, Ponte Alta de Baixo e Ponte Alta de Cima.
Visão Geral
A criação dessas regiões administrativas visa descentralizar a gestão pública e atender às demandas específicas das populações locais. Ao utilizar a estrutura de pessoal e patrimônio já existente no governo distrital, a administração busca oferecer serviços públicos de forma mais eficiente, respeitando a responsabilidade fiscal e promovendo o desenvolvimento organizado do território.
Créditos: Misto Brasil



















