Governo federal oficializa atualização do Novo PAC com inclusão de novos empreendimentos em energia solar, eólica e térmica, visando impulsionar a matriz energética nacional.
Uma resolução publicada pela Casa Civil em 6 de maio de 2026 trouxe atualizações estratégicas para o Novo PAC. O documento detalha uma série de inclusões e exclusões de projetos que integram o plano de aceleração do crescimento infraestrutural no país.
A medida reforça o compromisso com a expansão da capacidade produtiva por meio de fontes renováveis. Entre as empresas contempladas, destacam-se grandes players do setor de energia limpa que buscam consolidar parques de geração em diversas regiões brasileiras.
Expansão solar e eólica ganha fôlego
No segmento solar, a Casa dos Ventos teve projetos aprovados no Mato Grosso do Sul, como as unidades Seriemas 5 e 6. O setor de energia solar fotovoltaica também celebra a entrada da UFV Colinas 3, da Kroma Energia, em Pernambuco, e da UFV Sol de Brotas 7, da Statkraft, na Bahia.
Já para a energia eólica, o Rio Grande do Norte foi o principal foco, com a inclusão de ativos da Auren Energia e da SPIC. Os projetos Cajuína e Paraíso Farol, respectivamente, reforçam a presença dessas companhias no Nordeste, região estratégica para a geração ventosa.
Ajustes no portfólio de térmicas
O eixo de geração térmica também passou por mudanças significativas. O programa agora integra importantes usinas, como a termelétrica São Gonçalo (RJ), além de projetos de cogeração em estados como Mato Grosso e Rio Grande do Sul.
Em contrapartida, a resolução formalizou a retirada de empreendimentos que não seguiram no cronograma. Foram excluídas do Novo PAC diversas usinas eólicas anteriormente ligadas à 2W Energia, além da termelétrica Híbrido São José, operada pela Brasil Bio Fuels.
Essas movimentações indicam um esforço contínuo de monitoramento e priorização de projetos com maior viabilidade técnica e regulatória. A expectativa é que o fortalecimento desse portfólio contribua para a segurança energética e para a meta de descarbonização da matriz elétrica brasileira nos próximos anos.





















