Com um investimento de R$ 120 milhões, o Grupo Maringá dobra a capacidade de cogeração de energia na Usina Jacarezinho. O projeto utiliza biomassa da cana-de-açúcar para impulsionar a sustentabilidade e a eficiência no setor sucroenergético.
A Usina Jacarezinho, unidade produtiva do Grupo Maringá, acaba de consolidar um marco significativo em sua trajetória de oito décadas. Com a entrada em operação da Maringá Energia II, a companhia dobrou sua capacidade de cogeração de energia, reafirmando seu compromisso com a transição energética e a otimização de recursos naturais.
O projeto recebeu um aporte de R$ 120 milhões e elevou a potência instalada da unidade para 50 MWh. Desse total, 35 MWh serão destinados à exportação, contribuindo diretamente para o fortalecimento da matriz energética renovável brasileira através da transformação do bagaço da cana-de-açúcar em eletricidade.
Sustentabilidade e integração industrial
Esta expansão reflete uma estratégia focada na economia circular, integrando as operações agrícola e industrial ao sistema de geração elétrica. Ao maximizar o potencial da biomassa, o Grupo Maringá não apenas aumenta sua eficiência operacional, mas também agrega valor expressivo à cadeia produtiva de açúcar e etanol.
A inauguração contou com a presença do governador do Paraná, Carlos Massa Ratinho Junior, destacando a relevância regional do projeto para o desenvolvimento econômico do Norte Pioneiro. O movimento consolida a usina como um hub tecnológico de energia limpa.
“A Maringá Energia II representa mais um passo na evolução da Usina Jacarezinho. É um investimento que combina eficiência industrial, aproveitamento de biomassa e sustentabilidade, reforçando nossa visão de longo prazo para o negócio e para a região”, afirma Eduardo Lambiasi, CFO do Grupo Maringá.
Histórico de expansão no setor sucroenergético
O projeto de cogeração teve seu pontapé inicial em 2021, marcando a entrada definitiva do grupo no mercado de comercialização de eletricidade. Com a conclusão desta segunda etapa, a organização atinge um novo patamar de capacidade produtiva, demonstrando resiliência e foco constante em inovação.
“Ao longo de oito décadas, a Usina Jacarezinho acompanhou a transformação do setor e da região. A inauguração da Maringá Energia II mostra que seguimos investindo em eficiência, sustentabilidade e desenvolvimento, com uma visão de longo prazo para o negócio e para as comunidades onde atuamos”, destaca Ricardo Zanata, Diretor de Operações Sucroenergético.
A consolidação da Maringá Energia II projeta um futuro promissor, onde a integração entre agronegócio e produção de energia renovável se torna cada vez mais vital. O sucesso deste investimento reforça a tendência de autossuficiência e a crescente importância da biomassa no portfólio de energia limpa do Brasil, preparando o caminho para novas expansões e maior competitividade no setor.























