Governo avança na agenda verde com assinatura de decretos para SAF, CCS e hidrogênio.
A agenda de transição energética do Brasil ganha novo impulso nesta quarta-feira (12/8), com a cerimônia de assinatura de três importantes decretos no Palácio do Planalto. A iniciativa, marcada para as 15h, consolida marcos regulatórios essenciais para o futuro da descarbonização no país, focando em soluções inovadoras para a redução de emissões.
Os decretos abordam o Combustível Sustentável de Aviação (SAF), a Captura e Estocagem Geológica de Carbono (CCS) e o Hidrogênio de Baixo Carbono. A expectativa é que essas regulamentações impulsionem investimentos e a adoção de tecnologias limpas em setores estratégicos da economia nacional.
Desdobramentos da Lei do Combustível do Futuro
Dois dos decretos são frutos diretos da recente aprovação da Lei do Combustível do Futuro, um marco para a modernização da matriz energética brasileira. O texto referente ao SAF detalhará as regras de produção, comercialização e uso do combustível sustentável na aviação, um setor crucial para a emissão de gases de efeito estufa.
Paralelamente, o decreto sobre CCS estabelecerá as diretrizes para a captura e o armazenamento seguro de dióxido de carbono. Essa tecnologia é fundamental para mitigar emissões em indústrias de alta intensidade, permitindo a continuidade de atividades econômicas com menor impacto ambiental.
Hidrogênio Verde em Destaque
O terceiro decreto foca na regulamentação do marco legal para o hidrogênio de baixo carbono. Essa iniciativa visa posicionar o Brasil como um player global na produção e exportação de hidrogênio verde, aproveitando seu potencial em energias renováveis.
A produção de hidrogênio a partir de fontes limpas abre um leque de oportunidades para a indústria, o transporte e a geração de energia, alinhando o país aos objetivos globais de sustentabilidade.
A assinatura dos decretos representa um passo significativo na consolidação da política de descarbonização do governo. A expectativa é que a clareza regulatória fomente a inovação e atraia investimentos, acelerando a transição para uma economia mais limpa e resiliente.





















