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Índice de Confiança do Consumidor atinge recorde de 89,1 pontos em abril
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O Índice de Confiança do Consumidor (ICC), apurado pela FGV IBRE, apresentou um crescimento de 1,0 ponto em abril, atingindo a marca de 89,1 pontos. Este resultado representa o maior patamar registrado desde dezembro de 2025. Ao observarmos a média móvel trimestral, nota-se uma trajetória de recuperação, com um aumento de 0,6 ponto, chegando a 87,8 pontos.
Entendendo a dinâmica da confiança
O crescimento do índice foi impulsionado por melhorias tanto na percepção do momento atual quanto nas expectativas futuras dos brasileiros. O Índice de Situação Atual (ISA) registrou uma alta expressiva de 2,1 pontos, atingindo 85,3 pontos. Já o Índice de Expectativas (IE) manteve uma trajetória de estabilidade, com um leve ganho de 0,2 ponto, situando-se em 92,3 pontos.
O impacto da renda e da economia
Segundo a economista Anna Carolina Gouveia, a melhora na percepção financeira foi notada com mais força entre as famílias de baixa renda — especificamente aquelas que recebem até R$ 2.100,00 mensais. Dois fatores foram cruciais para essa mudança: o controle da inflação e a resiliência do mercado de trabalho. Além disso, medidas como a isenção do Imposto de Renda trouxeram um alívio pontual no orçamento doméstico dessas famílias.
Visão Geral
Dentro da composição do ISA, o indicador que avalia a situação financeira atual das famílias teve um salto expressivo de 3,9 pontos, alcançando 76,0 pontos — o nível mais alto desde fevereiro de 2020. Paralelamente, o indicador que mede a percepção sobre a economia local avançou 0,3 ponto, fixando-se em 95,0 pontos. Esses dados, publicados originalmente por Misto Brasil, refletem um cenário onde o alívio na pressão dos preços e o mercado de trabalho contribuem para reduzir o pessimismo do consumidor.
Créditos: Misto Brasil






















