Agenda Conectar para o transporte aereo

Agenda Conectar para o transporte aereo
Agenda Conectar para o transporte aereo - Foto: Reprodução / Arquivo
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Agenda Conectar: Transformando a Conectividade Aérea Brasileira

O governo federal lançou recentemente a Agenda Conectar, uma iniciativa crucial para transformar a conectividade aérea no Brasil. Esta política de estado visa expandir e tornar o transporte aéreo mais acessível para todos.
Trata-se de um plano abrangente que agrupa diversas ações coordenadas para facilitar o acesso aos voos, diminuir os custos operacionais e aumentar a quantidade e qualidade dos serviços oferecidos aos passageiros.
A elaboração da Agenda Conectar contou com a colaboração de órgãos públicos, instituições acadêmicas e um vasto grupo de 40 empresas dos setores de serviços, infraestrutura, transportes, turismo e indústria aeronáutica, garantindo um alinhamento estratégico com todo o setor.

A Importância Estratégica da Aviação

O ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, enfatizou o significativo impacto econômico e social deste programa. Segundo ele, a Agenda Conectar tem o potencial de tornar a aviação mais próxima da população brasileira e integrar o país ao mercado internacional, fomentando a criação de empregos e renda e fortalecendo a economia nacional, em busca de um Brasil mais justo e inclusivo.
A essência da Agenda Conectar reside em fortalecer a concorrência, reduzir custos operacionais e estabelecer um ambiente regulatório estável e seguro. Essas ações são fundamentais para superar os desafios históricos que a aviação brasileira enfrenta.
Daniel Longo, secretário de Aviação Civil, sublinhou que a Agenda foi desenvolvida para abordar questões que prometem se acentuar no futuro. Ele afirmou que “ao coordenar esforços em concorrência, custos e segurança regulatória, estamos construindo os alicerces para um desenvolvimento duradouro da aviação no Brasil pelas próximas três décadas.”
Ronei Glanzmann, CEO da MoveInfra, também expressou sua confiança, acreditando que o projeto trará contribuições valiosas para o setor aeroportuário, destacando a grande interligação do projeto com uma agenda socioambiental.

Eixo 1: Abertura de Mercado e Expansão da Oferta

O primeiro eixo da Agenda Conectar concentra-se na liberalização do mercado e no incentivo à entrada de novos players. As estratégias incluem:

  • Ampliar a integração aérea com nações da América do Sul.
  • Simplificar o acesso de novas empresas ao mercado.
  • Incentivar novos modelos de negócio, como as companhias aéreas de baixo custo (as chamadas “ultra low cost”).
  • Fortalecer a aviação regional.

Adicionalmente, serão implementadas ações para facilitar investimentos em aeroportos, sejam eles públicos ou privados. O objetivo final é claro: mais rotas, maior frequência de voos e um número crescente de cidades conectadas por via aérea.

Eixo 2: Redução de Custos e Eficiência Operacional

O segundo eixo aborda um dos maiores desafios do setor aéreo: os custos operacionais elevados. Para mitigar este problema, a Agenda Conectar propõe:

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  • Revisão de medidas tributárias.
  • Ampliação do acesso a linhas de crédito.
  • Modernização da gestão do tráfego aéreo.
  • Avanços na cadeia de suprimentos do querosene de aviação, buscando maior eficiência e preços mais competitivos.

Eixo 3: Previsibilidade, Segurança e Sustentabilidade

O terceiro eixo tem como meta principal assegurar a previsibilidade e a confiança no ambiente regulatório. As diretrizes incluem:

  • Fortalecer a segurança jurídica para empresas e consumidores.
  • Reduzir a alta taxa de judicialização no setor.
  • Harmonizar as regras e regulamentos.
  • Aumentar a proteção aos passageiros.
  • Promover a acessibilidade nos serviços aéreos.
  • Incentivar ativamente práticas sustentáveis na aviação.

Além disso, a eficiência logística, com foco especial no transporte de cargas, é uma prioridade estratégica dentro deste eixo.

Visão Geral

Em suma, a Agenda Conectar representa um compromisso do governo brasileiro e de todo o setor com a transformação da aviação civil. Através de um plano estratégico que atua em três frentes principais – abertura de mercado, redução de custos e garantia de estabilidade regulatória – busca-se não apenas modernizar o transporte aéreo, mas também torná-lo mais inclusivo, eficiente e sustentável. Com o apoio de múltiplos parceiros e uma visão de longo prazo, a expectativa é que a aviação brasileira se desenvolva de forma robusta, conectando mais pessoas e impulsionando o desenvolvimento econômico e social do país nas próximas décadas.

Créditos: Misto Brasil

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