A Vibra mantém trajetória de crescimento no terceiro trimestre de 2026, impulsionada pela expansão da rede de postos, redução do endividamento, avanço expressivo nos contratos B2B e geração contínua de valor no setor de energia.
A Vibra encerrou o terceiro trimestre de 2026 consolidando a eficiência de sua estratégia de negócios no mercado de distribuição de combustíveis. Mesmo diante de um cenário internacional marcado pela volatilidade de preços e por desafios operacionais no setor de energia limpa e tradicional, a companhia demonstrou resiliência ao expansionar sua presença nacional e reforçar a disciplina na alocação de capital.
O desempenho no mercado interno foi impulsionado pelo combate ostensivo às irregularidades do setor, fator que favorece companhias comprometidas com a conformidade, a segurança operacional e a qualidade da oferta energética. Com foco em seu core business, a empresa assegurou o suprimento continuo para clientes de diversos segmentos em todo o território nacional.
Aceleração da rede e expansão no mercado B2B
No decorrer do trimestre, a empresa manteve forte ritmo operacional ao integrar 210 novos postos de combustíveis à sua rede embandeirada e firmar 99 novos contratos no mercado B2B. Nos primeiros nove meses do ano, o acumulado já soma 595 postos adicionados e 261 novos contratos corporativos, superando com margem os indicadores registrados ao longo de todo o ano anterior.
O volume total comercializado pela distribuidora no período atingiu 9.612 mil m³, representando uma elevação de 4% em relação ao mesmo trimestre do ano passado. Essa expansão reafirma a capacidade logística e comercial da marca de responder à demanda por soluções energéticas em setores estratégicos como transporte, agronegócio e indústria.
Desempenho financeiro e desalavancagem
O balanço do período refletiu forte sólida performance operacional: o Ebitda ajustado alcançou R$ 4,3 bilhões, com margem de R$ 427/m³. A expressiva geração de caixa permitiu amortizar R$ 1,7 bilhão da dívida líquida no trimestre, reduzindo o nível de alavancagem financeira para 1,0x e fortalecendo a estrutura de capital da organização.
Em um contexto de taxas de juros elevadas, a estratégia de desalavancagem acumulou uma diminuição de R$ 4,8 bilhões na dívida líquida nos nove primeiros meses de 2026. Paralelamente, o retorno sobre o capital investido (ROIC) no segmento de distribuição subiu para 32,8%. Como retribuição ao capital investido, a empresa aprovou a distribuição de R$ 499 milhões em JCP, acumulando R$ 1,5 bilhão em proventos declarados aos acionistas no ano.
Ernesto Pousada, CEO da Vibra, declarou:
“Seguimos fortalecendo a Vibra para sustentar novos ciclos de crescimento, sempre com disciplina, responsabilidade e foco no nosso core business. É assim que construímos uma companhia cada vez mais sólida, preparada para gerar valor para nossos acionistas no longo prazo e levar a cada canto do Brasil a energia que o brasileiro precisa”
Perspectivas para o setor energético
A consistência dos resultados operacionais e a redução acelerada do endividamento posicionam a companhia em lugar privilegiado para capturar novas oportunidades na transição energética e no abastecimento nacional. A combinação de eficiência operacional, rigor financeiro e expansão de infraestrutura garante bases sólidas para sustentabilidade dos negócios a longo prazo.
Nos próximos trimestres, a tendência é que a busca por eficiência e a consolidação de portfólios focados em combustíveis sustentáveis continuem pautando as ações estratégicas da empresa, assegurando competitividade e liderança no ecossistema de energia do país.









