O ONS mobiliza regime especial de prontidão durante todo o fim de semana para blindar a rede elétrica brasileira e garantir estabilidade plena ao 2º turno das eleições nacionais.
Com o objetivo de evitar qualquer instabilidade no suprimento de energia durante o segundo turno das eleições, o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) iniciou um esquema operacional reforçado.
A força-tarefa abrange o período da 0h de sábado (24) até as 7h de segunda-feira (26), assegurando que o sistema permaneça estável tanto durante a votação quanto na apuração dos votos.
Esta estratégia é uma réplica das medidas bem-sucedidas adotadas no primeiro pleito, realizado no início de outubro.
O intuito é mitigar riscos operacionais, garantindo que o SIN (Sistema Interligado Nacional) suporte com segurança o fluxo de energia necessário para o pleno funcionamento dos locais de votação e dos centros de processamento de dados da Justiça Eleitoral.
Protocolo de segurança e prontidão máxima
Para evitar falhas, o ONS determinou que todas as distribuidoras de energia mantenham equipes de prontidão redobrada para intervenções imediatas.
Entre as diretrizes impostas, está a proibição de manutenções programadas que possam resultar em interrupções ou sobrecarga da rede durante o período crítico do fim de semana.
Além do controle operacional, o monitoramento meteorológico foi intensificado.
O ONS está em alerta constante quanto a tempestades ou ventos fortes que possam comprometer as linhas de transmissão em áreas estratégicas, permitindo uma resposta rápida caso algum evento climático atinja o sistema elétrico nacional.
A integração entre o ONS, o Ministério de Minas e Energia, a Aneel e o TSE é fundamental para que qualquer eventualidade seja gerida de forma centralizada e ágil, garantindo que o fornecimento de energia não seja um impeditivo para a soberania do voto dos brasileiros.
Monitoramento contínuo e transparência
A operação também exige um fluxo constante de informações entre o Operador e os Tribunais Regionais Eleitorais.
A troca de dados em tempo real permite que geradores e transmissores de todo o país sejam fiscalizados de forma unificada, cumprindo as determinações do CMSE (Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico) sobre eventos de grande relevância nacional.
Ao final do processo, na segunda-feira (26), o ONS tem o compromisso de publicar um balanço técnico detalhado.
O relatório apresentará um panorama completo do desempenho da rede elétrica, consolidando os fatos relevantes e atestando a eficácia das medidas de contingência aplicadas para preservar a integridade do sistema durante a decisão eleitoral.











