Scala expande seu modelo de negócio com aquisição estratégica em energia eólica
A Scala Data Centers deu um passo significativo em sua estratégia de sustentabilidade e autoprodução de energia. A empresa obteve a aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) para adquirir 49,9% de uma holding que engloba diversos parques eólicos da Engie no estado da Bahia.
Esta movimentação estratégica permitirá à Scala assegurar um fornecimento de energia limpa e renovável para suas operações, alinhando-se ao seu objetivo de operar data centers hiperescaláveis de forma cada vez mais sustentável. A aquisição se refere à participação em uma sociedade que consolidará os ativos eólicos do grupo Engie.
Os parques eólicos em questão pertencem ao Complexo Campo Largo, localizado em Sento Sé, Bahia. Somando uma capacidade instalada de 326,7 MW, o complexo é composto por 11 parques eólicos, totalizando 121 aerogeradores. Essa infraestrutura robusta de geração eólica será destinada ao consumo próprio da Scala, caracterizando um modelo de autoprodução de energia elétrica incentivada.
Para o grupo Engie, a transação representa a continuidade de sua atuação no desenvolvimento e operação de projetos de geração renovável, fortalecendo parcerias no setor. Para a Scala, a operação reforça seu compromisso com o desenvolvimento sustentável e a promoção de fontes limpas, consolidando sua posição como líder em data centers sustentáveis no Brasil.
A aprovação pelo Cade foi o principal marco regulatório para a operação, que não exigiu aval de outros órgãos no país ou no exterior. A Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) será informada posteriormente para oficializar a Scala como autoprodutora no sistema. A empresa já opera unidades de data center em diversas cidades brasileiras, como Barueri, Campinas, Porto Alegre, São João do Meriti e São Paulo.





















