O Ministério de Portos e Aeroportos, em conjunto com a Anac e a Seppi, promoverá nos dias 27 e 28 de julho sessões de Market Sounding (sondagem de mercado) para discutir a repactuação da concessão do Aeroporto Internacional de Brasília.
Esta iniciativa visa fortalecer o diálogo com o setor privado, sanar dúvidas e coletar sugestões de investidores interessados no futuro leilão do terminal brasiliense.
O Ministério de Portos e Aeroportos, em conjunto com a Anac e a Seppi, promoverá nos dias 27 e 28 de julho sessões de Market Sounding (sondagem de mercado) para discutir a repactuação da concessão do Aeroporto Internacional de Brasília. Esta iniciativa visa fortalecer o diálogo com o setor privado, sanar dúvidas e coletar sugestões de investidores interessados no futuro leilão do terminal brasiliense.
Sondagem de mercado busca contribuições de investidores
O procedimento de repactuação avançou após o Tribunal de Contas da União (TCU) aprovar, em junho deste ano, uma solução consensual para o contrato atual, viabilizando um certame competitivo simplificado. O objetivo é selecionar um novo operador para o aeroporto, sagrando-se vencedor o interessado que apresentar a maior alíquota variável de outorga à União.
Formato e participação
As reuniões serão realizadas de forma individualizada, com limite de uma hora por sessão:
* Dia 27 de julho: Os encontros serão presenciais na sede da Anac, em Brasília (Setor Comercial Sul).
* Dia 28 de julho: As discussões com representantes governamentais e técnicos ocorrerão em formato inteiramente virtual.
Para participar, os interessados devem realizar a inscrição até a próxima quarta-feira (22) através deste formulário oficial. Para mais informações, confira também a matéria sobre a consulta pública que deu início à repactuação do Aeroporto de Brasília.
Visão Geral
O processo de sondagem é uma etapa fundamental para estruturar o novo modelo de concessão, garantindo que o leilão atraia players qualificados e assegure a continuidade da eficiência operacional do Aeroporto Internacional de Brasília sob as novas diretrizes estabelecidas pelo governo federal e chanceladas pelo TCU.



















