Análise da Taxa de Inadimplência no Distrito Federal e Comparativo com o Cenário Nacional
Taxa de Inadimplência no DF e Comparativo Nacional
Por Misto Brasil – DF
A taxa de **inadimplência de aluguel no Distrito Federal (DF)** apresentou uma leve elevação, passando de 2,24% em outubro para 2,35% em novembro, representando um aumento de 0,11 ponto percentual.
Quando comparada ao mesmo período do ano anterior (novembro de 2024, com 2,26%), houve um acréscimo de 0,09 ponto percentual.
É importante notar que a taxa do DF (**2,35%**) se manteve abaixo da **média nacional**, que foi de 3,69% no mesmo período, segundo dados divulgados pelo Índice de Inadimplência Locatícia da Superlógica.
Manoel Gonçalves, diretor de Negócios para Imobiliárias da Superlógica, expressou otimismo sobre o cenário do Distrito Federal para 2026, mas ressaltou a necessidade de cautela.
“Entretanto, ainda é preciso ter cuidado e adotar medidas que ajudem a evitar o acúmulo de dívidas e a manter o compromisso com o pagamento do aluguel.”
Análise Regional da Inadimplência de Aluguel
A **região Nordeste** permaneceu na liderança do ranking de inadimplência, registrando 5,23%. Contudo, houve uma melhora significativa em relação a outubro (6,84%), com uma queda expressiva de 1,61 ponto percentual.
A **região Norte** apresentou um leve aumento mensal de 0,04 ponto percentual, permanecendo na segunda posição com 4,45%. Já a região **Centro-Oeste** observou uma redução de 0,07 ponto percentual, mantendo-se em terceiro lugar com 3,38%.
A região **Sudeste** registrou 3,40%, sem alteração em relação ao mês anterior. Por fim, a região **Sul** continuou com a menor taxa do país, em 2,96%, apesar de um pequeno aumento de 0,04 ponto percentual entre outubro e novembro.

Visão Geral
Os dados do Índice de Inadimplência Locatícia da Superlógica indicam que a taxa de inadimplência no Distrito Federal (2,35% em novembro) se manteve abaixo da média nacional (3,69%). Houve um leve aumento mensal e anual no DF. Enquanto a região Nordeste ainda lidera com a maior taxa, ela registrou uma queda notável. A região Sul manteve a menor taxa do país. Especialistas recomendam a adoção de medidas preventivas para evitar o endividamento, apesar do cenário regional positivo projetado para 2026.
Créditos: Misto Brasil






















