O Conselho de Recursos Hídricos do DF aprovou o novo plano estratégico coordenado pela Adasa, com metas para garantir a segurança hídrica e combater eventos climáticos extremos até 2045.
Para assegurar o abastecimento público e enfrentar as oscilações climáticas, o Distrito Federal pactuou suas metas hídricas para os próximos vinte anos.
A medida foi formalizada pelo CRH-DF (Conselho de Recursos Hídricos do Distrito Federal) ao aprovar a terceira edição do PGIRH-DF.
Elaborado sob a liderança da Adasa (Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento Básico do Distrito Federal), o plano define diretrizes de resiliência e uso racional da água.
Inovação e enfrentamento a eventos extremos
A nova versão do documento traz como destaque inédito o Plano de Segurança Hídrica, voltado à mitigação de desastres ambientais.
A partir do cruzamento de dados sobre crescimento urbano e mudanças no clima, o mecanismo antecipa cenários de vulnerabilidade, como longos períodos de seca e inundações.
O planejamento estratégico busca equilibrar a expansão da capital com a resiliência dos mananciais frente aos impactos climáticos.
Pilares estratégicos do plano hídrico
O programa está estruturado em eixos que incluem a modernização do modelo de outorgas, a otimização da rede fluviométrica e o aprimoramento da cobrança pelo uso dos recursos.
Na vertente ambiental, as ações priorizam a revitalização das bacias hidrográficas e a preservação das fontes de captação em todo o território distrital.
O texto também introduz regras adaptativas para a alocação em momentos de escassez e fortalece os comitês de bacia hidrográfica para descentralizar as decisões públicas.
Impactos e perspectivas para a capital
As novas diretrizes buscam ampliar a rastreabilidade das informações técnicas e eliminar a fragmentação de políticas no setor hídrico.
Com a aplicação contínua dessas medidas operacionais e normativas, o Distrito Federal projeta manter a segurança do abastecimento e sustentar o desenvolvimento urbano de forma equilibrada.











