A CPFL Energia instala mais de 400 mil medidores inteligentes em um ano, digitalizando sua rede elétrica. Com o sucesso, a meta é expandir para 2,7 milhões de equipamentos até 2030, promovendo eficiência e sustentabilidade no setor de energia limpa.
A CPFL Energia celebra um marco significativo na digitalização da rede elétrica, superando a instalação de 400 mil medidores inteligentes em apenas um ano. Este avanço, concentrado em parte de sua área de concessão, reforça o compromisso da companhia com a inovação e aprimora o relacionamento com seus consumidores. Diante da expressiva adesão e do ritmo acelerado de implementação, a empresa já projeta uma meta ambiciosa: substituir 2,7 milhões de medidores até 2030, um incremento de 68% em relação à previsão inicial. Tal iniciativa é peça-chave na estratégia de modernização da infraestrutura e otimização da experiência do usuário, impulsionando a eficiência energética.
Com um robusto investimento de R$ 1,1 bilhão, o projeto abrange clientes das distribuidoras CPFL Piratininga, CPFL Santa Cruz e CPFL Paulista. O foco primordial é a conquista de ganhos substanciais em eficiência operacional e na qualidade do fornecimento, além de promover maior transparência no consumo de energia. Os novos medidores oferecem leitura remota e em tempo real, conferindo aos usuários maior controle e autonomia para gerenciar seu consumo de forma mais eficaz. Essa tecnologia também é fundamental para a redução de perdas, a identificação ágil de falhas e a contínua melhoria dos serviços prestados, alinhando-se aos princípios da energia sustentável.
“O avanço das redes inteligentes representa uma transformação estrutural para o setor elétrico. O marco de mais de 400 mil medidores no primeiro ano, aliado à ampliação da nossa meta, reforça o compromisso da CPFL com inovação, eficiência e uma nova experiência para o cliente”, afirma Evaldo Baldin, diretor de Engenharia do Grupo CPFL Energia.
Essa iniciativa da CPFL se alinha perfeitamente com o movimento de modernização que permeia o setor elétrico brasileiro. O Ministério de Minas e Energia (MME) tem sido um grande incentivador da expansão do uso de medidores inteligentes, reconhecendo-os como um pilar essencial na digitalização da rede e na evolução da gestão energética nacional, pavimentando o caminho para um futuro com mais energia limpa.
Implantação Gradual e Futuro da Rede
O projeto de instalação segue um cronograma progressivo e meticulosamente planejado. A expectativa é que mais de 750 mil clientes sejam telemedidos somente no ano de 2026. A implementação está sendo realizada de forma escalonada nos diversos municípios atendidos pelas distribuidoras do grupo CPFL, garantindo assim uma transição suave, eficiente operacionalmente e com plena adaptação tecnológica. Essa abordagem estratégica permite que a empresa otimize recursos e maximize os benefícios da nova infraestrutura digital.
A experiência adquirida no projeto-piloto de Jaguariúna (SP), que teve cobertura integral, foi crucial. Ela serviu como um laboratório valioso para validar as tecnologias empregadas e estruturar o modelo de expansão que está em vigor atualmente. Além da evidente modernização da medição de consumo, essa iniciativa abre um leque de novas oportunidades para o desenvolvimento de serviços e soluções digitais inovadoras. O resultado é um sistema elétrico que se torna não apenas mais inteligente, mas também mais resiliente e intrinsecamente sustentável, fundamental para o avanço da energia renovável no país.
A marca de mais de 400 mil medidores inteligentes instalados em um ano e a projeção ambiciosa de 2,7 milhões até 2030 consolidam a CPFL Energia como protagonista na transição energética e na inovação tecnológica do setor elétrico brasileiro. Este movimento em direção a uma rede elétrica digitalizada promete não só otimizar a operação e a qualidade do fornecimento, mas também empoderar o consumidor com maior controle sobre seu consumo. Os benefícios se estendem à sociedade com a redução de perdas e o fortalecimento de um ecossistema de energia limpa e resiliente para as próximas décadas, reforçando o papel da sustentabilidade.




















