O Brasil registra marca histórica no turismo internacional em 2026, impulsionado por alta expressiva de voos, novos mercados emissores e forte expansão na região Nordeste.
O setor de turismo sustentável e viagens no Brasil vive um momento de forte expansão. Entre janeiro e setembro de 2026, o país contabilizou a chegada de mais de sete milhões de visitantes estrangeiros, conforme levantamento oficial divulgado pela Embratur, pelo Ministério do Turismo e pela Polícia Federal.
Somente no mês de setembro, o fluxo superou 568 mil viajantes, configurando o segundo melhor desempenho para o período desde o início da série histórica, em 2009. O resultado consolida o país como um dos principais destinos globais em recuperação e atração de novos públicos.
Mercados Emissores e Vias de Acesso em Alta
O avanço na chegada de estrangeiros foi puxado principalmente pelo modal aéreo. As conexões de voos registraram um incremento de 9,7%, somando 4,9 milhões de passageiros que desembarcaram em território nacional em busca de belezas naturais e rica diversidade cultural.
No cenário internacional, a China destacou-se com o maior salto percentual entre os países emissores, disparando 78%. Outras nações também apresentaram forte demanda, como a Colômbia, com alta de 25,5%, e o México, registrando crescimento de 22,8%.
O Protagonismo do Nordeste
Regionalmente, o Nordeste brasileiro assumiu a liderança na expansão turística, acumulando um expressivo aumento de 32,5%. Estados como o Rio Grande do Norte, com impressionantes 124,6% de alta, e Alagoas, com 88%, foram fundamentais para esse desempenho recorde.
Essa movimentação gera um impacto econômico direto e positivo nas comunidades receptoras, impulsionando a cadeia de serviços que envolve hotelaria, transporte, gastronomia e comércio regional.
Os resultados refletem a consolidação da imagem do país no exterior e a eficácia das estratégias contínuas de promoção internacional para a geração de empregos e renda.
Com esses indicadores robustos, a expectativa para os próximos meses é de manutenção do fluxo positivo, fortalecendo a infraestrutura local e abrindo espaço para novas iniciativas voltadas ao desenvolvimento econômico e à valorização dos recursos naturais brasileiros no cenário global.














