Por Misto Brasil – DF
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O empréstimo de R$ 6,6 bilhões destinado à capitalização do Banco de Brasília (BRB) gerou um grande debate nesta sexta-feira (07) entre o Governo do Distrito Federal (GDF) e o Ministério da Fazenda. Esse valor é essencial para reestruturar o patrimônio do BRB e adequá-lo às exigências do Fundo Garantidor de Créditos (FGC).
O Posicionamento do GDF
A governadora em exercício, Celina Leão, informou que as negociações estão avançando. Ela destacou a formação de um consórcio de grandes bancos para assegurar o montante necessário. Além disso, foi agendado um novo encontro para a próxima quinta-feira (13) no Supremo Tribunal Federal (STF), mediado pelo ministro Luiz Fux, com o objetivo de alinhar toda a documentação técnica.
A Perspectiva do Ministério da Fazenda
Em resposta, o ministro da Fazenda em exercício, Dario Durigan, negou qualquer lentidão por parte da União e rebateu as críticas do GDF. Durigan explicou que a liberação do empréstimo depende de duas condições principais: a apresentação de um plano de recuperação financeira que seja crível por parte do BRB, e a aprovação dos bancos privados em relação às garantias oferecidas pelo Distrito Federal.
Visão Geral
- Garantias e Consórcio: O GDF está focado em estruturar as garantias que o Fundo Garantidor de Créditos (FGC) exige para que o contrato de financiamento de R$ 6,6 bilhões seja finalmente assinado.
- Cobrança por Plano Técnico: O Ministério da Fazenda expressa dúvidas sobre a eficácia das garantias apresentadas e questiona se o valor total do empréstimo será suficiente para a recuperação definitiva do banco.
- Audiência no STF: Uma nova reunião foi marcada no STF para a próxima quinta-feira (13), com a participação do ministro Luiz Fux, onde as partes esperam chegar a uma conclusão para o acordo.






















