Desvendando a tecnologia que quebra planos em segundos
Os agentes também localizaram um dispositivo inédito de compartimento móvel, para desmontar o esquema rapidamente
Por Misto Brasília – DF
A instalação de mineradoras ilegais de criptomoedas em áreas urbanas do Distrito Federal acendeu o alerta das autoridades após uma nova ação policial nesta terça-feira.
Desde janeiro de 2026, a Operação CriptoGato já fechou 12 mineradoras clandestinas no DF, apreendeu 774 equipamentos e recuperou mais de R$ 8 milhões em prejuízos causados pelas fraudes.
A sétima fase da Operação CriptoGato, realizada pela Neoenergia Brasília e a Polícia Civil, desarticulou uma estrutura clandestina montada no Morro da Cruz, em São Sebastião, confirmando que os criminosos estão migrando das zonas rurais isoladas para regiões populosas para realizar o furto de energia.
Durante o flagrante na residência, equipes da 30ª Delegacia de Polícia apreenderam 13 computadores de alta performance que operavam conectados diretamente à rede elétrica.
Os agentes também localizaram um dispositivo inédito de compartimento móvel, projetado pelo grupo para montar e desmontar o esquema rapidamente, facilitando a fuga e a mudança de endereço para burlar a fiscalização.
O responsável pelo imóvel fugiu e está sendo procurado.
A estimativa é que o volume de energia desviado no local seria suficiente para abastecer mais de mil residências por um mês, gerando sérios riscos de apagões e incêndios na comunidade.
Visão Geral
A instalação de mineradoras ilegais de criptomoedas em áreas urbanas do Distrito Federal chamou a atenção das autoridades após uma recente operação policial. A Operação CriptoGato, iniciada em janeiro de 2026, já desativou 12 operações clandestinas, confiscou 774 equipamentos e evitou mais de R$ 8 milhões em perdas financeiras devido a fraudes.
Uma ação específica na sétima fase da operação, realizada em colaboração entre a Neoenergia Brasília e a Polícia Civil, desmantelou uma estrutura ilegal no Morro da Cruz, em São Sebastião. Isso indica uma mudança de estratégia dos criminosos, que agora operam em áreas mais povoadas em vez de locais rurais isolados para cometer furto de energia.
Durante a operação, 13 computadores de alto desempenho foram apreendidos em uma residência, todos conectados diretamente à rede elétrica. Além disso, foi encontrado um sistema móvel inovador, desenvolvido para facilitar a montagem e desmontagem rápida da estrutura, permitindo que os responsáveis escapassem e se mudassem facilmente para evitar a detecção.
O indivíduo responsável pelo local está foragido e sendo procurado pela polícia. Estima-se que a quantidade de energia roubada na operação seria suficiente para abastecer mais de mil residências por um mês, representando um risco significativo de apagões e incêndios na comunidade local.























