A Celesc projeta investir R$ 200 milhões até 2026 para modernizar o sistema elétrico no Meio Oeste catarinense, garantindo suporte robusto ao crescimento da agroindústria e desenvolvimento regional.
O Meio Oeste de Santa Catarina vive um momento de transformação em sua infraestrutura básica. Com foco em sustentar o vigoroso crescimento econômico da região, a Celesc tem concentrado esforços expressivos para modernizar e ampliar a capacidade de sua rede de distribuição de energia.
Desde o início de 2023, o território já recebeu mais de R$ 143,6 milhões em obras. O objetivo central é claro: assegurar que o fornecimento elétrico acompanhe a rápida expansão da atividade agroindustrial local, que demanda cada vez mais confiabilidade e potência.
Estrutura para o futuro
A estratégia da companhia estadual visa elevar o patamar da rede até o final de 2026, quando o volume total de aportes deve atingir a marca de R$ 200 milhões. Este montante representa um dos maiores ciclos de investimento já executados no subsistema regional.
A modernização prioriza a redução drástica de quedas no fornecimento e a disseminação de redes trifásicas. Esse tipo de conexão é vital para os setores produtivos da região, que dependem da automação avançada e de uma rede robusta para ampliar suas linhas de montagem e processamento.
Divisão estratégica de recursos
Para o ciclo de 2026, o planejamento detalhado da Celesc reserva R$ 12,6 milhões apenas para a expansão do sistema trifásico. Adicionalmente, R$ 21,3 milhões serão aplicados na revitalização da rede convencional, enquanto outros R$ 14,9 milhões serão focados exclusivamente no reforço de carga.
Essas ações fazem parte de um compromisso maior firmado com o Governo de Santa Catarina. A iniciativa é uma peça-chave no plano estadual que prevê a aplicação de R$ 5 bilhões em todo o território catarinense até 2026, transformando a energia em um verdadeiro motor de desenvolvimento.
Com a implementação desses projetos, a companhia não apenas atualiza ativos antigos, mas prepara o terreno para a próxima década. A expectativa é que, com a estabilidade energética garantida, o Meio Oeste se torne ainda mais atrativo para novos investimentos produtivos, consolidando sua posição estratégica no mapa industrial do estado.























