A ampliação contará com recursos do Fundo Social, com cerca de R$ 31 bilhões destinados ao programa
A ampliação contará com recursos do Fundo Social, com cerca de R$ 31 bilhões destinados ao programa
Por Paula Labissière – DF
A partir desta quarta-feira (22), entram em vigor as novas diretrizes para o financiamento de imóveis através do programa Minha Casa, Minha Vida.
Com as atualizações, os limites de renda foram ajustados para:
- R$ 3,2 mil para a faixa 1;
- R$ 5 mil para a faixa 2;
- R$ 9,6 mil para a faixa 3;
- R$ 13 mil para a faixa 4.
O valor máximo dos imóveis também foi revisado, estabelecendo-se em R$ 400 mil para a faixa 3 e R$ 600 mil para a faixa 4.
Essas modificações, aprovadas pelo Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) em março, preveem a destinação de aproximadamente R$ 31 bilhões do Fundo Social para a ampliação do programa.
O governo estima que as mudanças resultem em maior acesso ao programa, beneficiando cerca de 87,5 mil famílias com redução nas taxas de juros, além de incluir 31,3 mil novas famílias na faixa 3 e 8,2 mil famílias na faixa 4.
A equipe técnica projeta um impacto de R$ 500 milhões em subsídios e R$ 3,6 bilhões em crédito habitacional.
Visão Geral
O programa Minha Casa, Minha Vida foi atualizado com novas regras para financiamento imobiliário a partir de 22 de março. As alterações incluem o aumento dos limites de renda para as faixas 1, 2, 3 e 4, e a elevação dos valores máximos dos imóveis para as faças 3 e 4. A ampliação do programa contará com um investimento de R$ 31 bilhões do Fundo Social. Espera-se que essas mudanças aumentem o acesso ao programa, beneficiando um número significativo de famílias com juros menores e novas inclusões nas faixas de maior renda. O impacto financeiro estimado inclui R$ 500 milhões em subsídios e R$ 3,6 bilhões em crédito habitacional.
Créditos: Misto Brasil























