Inaugurada em São Paulo a maior linha de transmissão subterrânea do Brasil. O projeto Riacho Grande, da Isa Energia Brasil, garante energia segura para dois milhões de habitantes.
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Investimento e Expansão de Carga
A Isa Energia Brasil inaugurou a maior linha subterrânea de transmissão de energia do país, conectando a capital paulista à região do ABC. Com um aporte de R$ 1,1 bilhão, o projeto Riacho Grande visa estabilizar o fornecimento de energia para cerca de dois milhões de pessoas. Segundo o Portal Energia Limpa, essa infraestrutura é vital para suportar a expansão de novas cargas e fomentar a ampliação industrial local. O diretor-geral do ONS, Márcio Rea, destacou que a obra aumenta consideravelmente a robustez do Sistema Interligado Nacional, garantindo maior confiabilidade e flexibilidade operativa em uma zona urbana com altíssima densidade de demanda energética.
Tecnologia em Linha Subterrânea
A nova infraestrutura conta com 44,6 quilômetros de cabos subterrâneos de alta tecnologia e nove quilômetros de trechos aéreos. O diferencial técnico reside no monitoramento em tempo real, permitindo identificar oscilações e otimizar a manutenção preventiva. Além da fiação, o complexo engloba a nova subestação São Caetano do Sul, que possui 11,8 mil m² e capacidade de 800 MVA. Essa potência instalada assegura que a transmissão de energia ocorra sem gargalos, consolidando a segurança energética necessária para o desenvolvimento econômico da Região Metropolitana de São Paulo, integrando tecnologia de ponta ao dia a dia da rede elétrica de forma eficiente e segura.
Visão Geral
O projeto Riacho Grande representa um marco na infraestrutura elétrica brasileira, sendo a maior obra de cabos subterrâneos do país. Com investimento bilionário pela Isa Energia Brasil, a iniciativa assegura a continuidade do serviço para milhões de consumidores e viabiliza o crescimento da indústria regional. Através de tecnologias avançadas e da nova subestação São Caetano do Sul, o sistema ganha eficiência operacional e resiliência. Conforme destacado, a integração entre segurança técnica e modernização é essencial para suportar a crescente demanda energética da maior metrópole da América Latina com estabilidade e visão de longo prazo.






















