O agronegócio brasileiro assume um papel central na transição energética do País, sendo consumidor e fornecedor essencial de energia renovável.
O Papel Estratégico do Agronegócio na Transição Energética
O agronegócio brasileiro ocupa um papel central na transição energética do País, sendo tanto grande consumidor quanto um dos principais fornecedores de energia renovável.
De acordo com estudo do Observatório de Bioeconomia da Fundação Getulio Vargas (FGV), o setor respondeu por cerca de 29% da energia usada no Brasil em 2023 e por aproximadamente 60% da oferta de fontes renováveis, inclusive bioenergia produzida a partir da cana-de-açúcar, biodiesel, biogás e outras fontes agropecuárias.
Essa participação estratégica da bioenergia confere ao agronegócio um papel duplo: contribuir com a produção de alimentos e também com a sustentabilidade energética nacional, sendo um dos pilares da matriz renovável brasileira.
Práticas Empresariais e o Compromisso com a Sustentabilidade
Nesse contexto, práticas empresariais que ampliam o uso de energia renovável certificada se alinham diretamente aos desafios e oportunidades atuais do setor. A Netafim, empresa líder e pioneira em irrigação por gotejamento, opera no Brasil com 100% de energia limpa certificada (I-REC) em seu processo produtivo desde janeiro de 2024, abrangendo todas as áreas da produção.
A utilização de energia limpa demonstra o compromisso da Netafim com o meio ambiente ao garantir que toda a energia consumida no processo produtivo seja proveniente de fontes renováveis
afirma João Dutra, Plant Manager da Netafim Brasil. Segundo Dutra, esse movimento não compromete a eficiência produtiva e gera um impacto de custo relativamente pequeno diante dos benefícios ambientais que a adoção de fontes renováveis proporciona, um diferencial alinhado às expectativas de sustentabilidade do setor agro e aos critérios ESG (ambiental, social e governança) que ganham importância no mercado internacional.
Benefícios Estratégicos e Competitividade Global
Especialistas destacam que a expansão da energia renovável no agro, tanto no consumo quanto na oferta, fortalece a resiliência da agricultura frente a riscos climáticos e aumenta a competitividade global da produção brasileira, ao mesmo tempo em que reduz a dependência de combustíveis fósseis.






















