Lei 14300 e seus impactos em 2024 nos seus investimentos e prepare-se para tomar a melhor decisão

A taxação da energia solar e seus impactos em 2024
Imagem: Freepik
Compartilhe:
Fim da Publicidade

Descubra como a taxação da energia solar em 2024 podem impactar seus investimentos e, como podem aumentar a conta de luz e reduzir a atratividade da energia solar para alguns consumidores. Lei 14300

Em vigor desde 2023, a Taxa de Uso do Sistema de Distribuição (TUSD Fio B) ou como ficou popularmente conhecida: Taxação do sol, impacta o mercado de energia solar fotovoltaica. A tarifa, que incide sobre a geração distribuída, pode aumentar a conta de luz e reduzir a atratividade da energia solar para alguns consumidores. Este artigo explica as mudanças na TUSD Fio B, seus efeitos em diferentes cenários e como se preparar para o novo cenário energético, com base em dados da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR).

Entenda como funciona a taxação do sol em 2024

Para começar, é fundamental entender o contexto em que a lei 14.300 2022 foi criada. Visto que  foi com base nela que tivemos uma recente mudança no dia primeiro de janeiro de 2024 na tarifa de energia.

O novo Marco Legal trouxe segurança jurídica para o setor de energia solar fotovoltaica, na verdade, para o setor de geração distribuída, mas não podemos negar que ocorreu também uma mudança impactante devido à cobrança de parte da TUSD Fio B na tarifa de energia injetada na rede elétrica da concessionária.

Para entender o Fio b, primeiro é preciso compreender como é formada a tarifa de energia elétrica. A tarifa é composta por duas parcelas, sendo a primeira delas a TE, ou seja, a tarifa de energia, que se refere a energia gerada e a segunda parcela é a que chamamos de TUSD, tarifa do uso do sistema de distribuição, que é referente ao transporte de energia até o consumidor.

A parcela da TE da tarifa de energia, tem componente energia, além dos encargos e perdas no sistema elétrico. Já na parcela da Tusd, há os encargos, as perdas e o tão falado fio A, que representa em média 6% sobre a tarifa total.

O fio B, que representa o valor cobrado pelo transporte de energia na rede de distribuição, tem um peso de 28% em média sobre a tarifa de energia.

Taxacao do sol pode deixar energia solar ainda mais cara confira
Imagem: Freepik

Quais foram as mudanças geradas pela nova taxação da energia solar ?

Além dos detalhes mencionados acima, é necessário saber também que a lei da taxação do sol determinou que todos os projetos de geração distribuída protocolados depois do dia 7 de janeiro de 2023 serão classificados como GD2 e GD3.

FIM PUBLICIDADE

Na prática, isso significa que os projetos de energia solar classificados como GD2 pagam pelo transporte de energia injetada na rede de distribuição, representada na tarifa de energia como fio b e será descontado de forma crescente ao longo dos anos.

Esse desconto funciona da seguinte forma: iniciou em 2023 uma cobrança de 15% do Fio B, agora, em 2024 esse percentual passou para 30%. Em 2025 será cobrado 45%, 2026 60% e assim sucessivamente. Então a mudança na taxação do sol em 2024 foi um aumento de mais 15% na cobrança do Fio B, passando de 15% para 30%.

Exemplo de como funcionará a nova taxação

Para facilitar a compreensão sobre o impacto dessa mudança nas instalações de energia solar, trouxemos um pequeno exemplo. Sabendo que o fio B tem um peso médio de 28% sobre a tarifa de energia em todo o Brasil, o desconto de 30% colocado pela taxação do sol em 2024 sobre o Fio B provocará uma desvalorização de 8.4% sobre energia injetada na rede elétrica.

Desta forma, considerando que o valor do kWh custe hipoteticamente R$ 1, por exemplo, em 2023 era possível abater apenas 95 centavos com os excedentes de energia, ou seja, um pagamento referente ao fio B de aproximadamente 4 centavos. Em 2024, para cada R$ 1 cobrado por kWh consumido é possível abater 91 centavos com os excedentes de energia solar, pagando aproximadamente 8 centavos para cada kWh abatido.

Suponha que o kWh da sua concessionária custe esse R$ 1, considere também que o seu consumo mensal é de 1.800 kWh no mês e o seu sistema de energia solar injeta 2.000 kWh de excedente de eletricidade na rede elétrica. Dessa maneira, serão utilizados 1.800 kW desses excedentes de energia para abater o consumo.

Isso resultará em um débito de R$ 1.800 na sua fatura de energia. Então você vai utilizar 1800 kW dos excedentes de energia injetada, multiplicada pela tarifa de energia com o desconto do Fio B que é 91 centavos. Isso resulta em um saldo de R$ 1.648,8 para compensar o valor consumido, neste caso você pagará R$ 151,20 para a concessionária.

Quer saber quanto custa instalar seu
Sistema Solar?

Vamos precisar coletar algumas informações básicas, preencha os dados abaixo para nossos Epecialistas dimensionar sua Usina Solar sem compromisso com economia de até 95%.
"Sem compromisso, totalmente GRATUITO"

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Área de comentários

Seus comentários são moderados para serem aprovados ou não!
Alguns termos não são aceitos: Palavras de baixo calão, ofensas de qualquer natureza e proselitismo político.

Os comentários e atividades são vistos por MILHÕES DE PESSOAS, então aproveite esta janela de oportunidades e faça sua contribuição de forma construtiva.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

ASSINE NOSSO INFORMATIVO

Inscreva-se para receber conteúdo exclusivo em seu e-mail, todas as semanas.

Não fazemos spam! Leia nossa política de privacidade para mais informações.

Comunidade Energia Limpa Whatsapp.

Participe da nossa comunidade sustentável de energia limpa. E receba na palma da mão as notícias do mercado solar e também nossas soluções energéticas para economizar na conta de luz. ⚡☀

ASSINE NOSSO INFORMATIVO

Inscreva-se para receber conteúdo exclusivo em seu e-mail, todas as semanas.

Não fazemos spam! Leia nossa política de privacidade para mais informações.

RSS
Facebook
Instagram
YouTube