Exportacao para a China assegura superavit na balanca comercial

Exportacao para a China assegura superavit na balanca comercial
Exportacao para a China assegura superavit na balanca comercial - Foto: Reprodução / Arquivo
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Aumento do Superávit Comercial em Janeiro e Contribuições Regionais

Aumento do Superávit Comercial em Janeiro e Contribuições Regionais

Por Misto Brasil – DF

O superávit da balança comercial em janeiro atingiu US$ 4,3 bilhões, representando um acréscimo de US$ 2 bilhões em comparação com janeiro de 2025. O principal fator que impulsionou esse aumento foi o saldo da balança comercial com a China.

Houve uma reversão significativa no saldo com a China, passando de um déficit de US$ 536,6 milhões em janeiro de 2025 para um superávit de US$ 717,7 milhões no mesmo mês de 2026, conforme detalhado na análise da Fundação Getúlio Vargas (FGV).




Contribuição da União Europeia e Redução Geral das Importações

A segunda maior contribuição positiva veio da União Europeia, que registrou um superávit de US$ 308,4 milhões em 2026, superior aos US$ 98,5 milhões registrados em janeiro de 2025.

Leia – barreiras tarifárias dos EUA provocam queda de 25,5% nas exportações

O aumento do superávit em janeiro é atribuído à queda de 9,8% no valor das importações entre janeiro de 2025 e 2026, enquanto as exportações permaneceram estáveis.

Em contraste, os outros mercados apresentaram uma redução no superávit (América do Sul e Ásia, excluindo a China) ou um aumento no déficit (Estados Unidos).

O déficit com os Estados Unidos, por exemplo, subiu de US$ 221,6 milhões para US$ 668,4 milhões. Na América do Sul, a redução do superávit geral foi causada pela diminuição do saldo positivo com a Argentina, já que o saldo com o restante da região cresceu de US$ 448 milhões para US$ 521 milhões.

Desempenho das Exportações e Importações por Mercado

China e “Demais países da América do Sul” foram os únicos a registrar aumento tanto no volume (+14,1% e +15,2%, respectivamente) quanto no valor (+17,4% e +14,3%) das exportações. Todos os outros mercados analisados tiveram queda no volume e valor exportado.

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Para os Estados Unidos, a queda nas exportações foi de 22,4% em volume e 25,5% em valor. Com exceção da “Demais América do Sul”, as importações diminuíram em todos os mercados.

Em termos de variação de volume, as maiores reduções nas importações foram observadas na União Europeia (-25,9%) e nos Estados Unidos (-23,7%). A China, por sua vez, teve uma retração menor, de 2,6% em volume e -4,9% em valor.

O crescimento do superávit com a China foi impulsionado, principalmente, pelo aumento das exportações.

Fatores Macroeconômicos e Impacto de Políticas Comerciais

O relatório da FGV aponta que os fluxos comerciais são influenciados pela renda doméstica (que afeta as importações), pela demanda externa (que afeta as exportações) e pelo câmbio real. O impacto da política de “Trump” é visível na queda do câmbio em 2025, após um período de desvalorização.

O anúncio de tarifas em abril resultou em uma queda acentuada, e mesmo com uma recuperação posterior, o índice não superou o patamar de janeiro de 2023.

É importante notar que o cálculo do câmbio efetivo apenas indica tendências de valorização ou desvalorização em relação a um período específico, não servindo como referência para um câmbio de equilíbrio.


Visão Geral

O superávit comercial de janeiro de 2026 cresceu significativamente, impulsionado principalmente pelo saldo positivo com a China e pela contribuição da União Europeia. Este resultado foi favorecido pela queda geral nas importações. Em contrapartida, o déficit aumentou com os Estados Unidos, e o superávit diminuiu com outros mercados sul-americanos e asiáticos (exceto China). O desempenho das exportações foi positivo apenas com a China e o restante da América do Sul, enquanto os demais mercados sofreram quedas expressivas em volume e valor, refletindo influências de fatores como a política cambial e barreiras tarifárias.

Créditos: Misto Brasil

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