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Um Passo em Direção à Transparência e ao Controle dos Gastos Públicos
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Com o objetivo de controlar os gastos públicos, a Secretaria de Economia do Distrito Federal implementou novos parâmetros rigorosos para a gestão orçamentária, formalizados pela Portaria nº 363/2026. A medida surge em um momento em que a situação financeira do governo distrital é crítica, com o registro de um déficit bilionário.
Regras para Solicitações Orçamentárias
Para solicitar suplementações, remanejamentos ou desbloqueios de verbas, os órgãos deverão utilizar o Sistema Eletrônico de Informações (SEI/GDF). Cada pedido exigirá, obrigatoriamente, justificativas técnicas detalhadas, documentação comprobatória e a demonstração clara de que há disponibilidade financeira para arcar com a despesa.
Centralização e Novos Critérios de Liberação
A análise de todas essas demandas foi centralizada na Secretaria Executiva de Finanças, Orçamento e Planejamento. Uma mudança significativa é a suspensão do limite mensal automático de empenho. A partir de agora, a liberação de recursos será dinâmica, levando em conta:
- A arrecadação efetiva do governo;
- A disponibilidade real no caixa do Tesouro Distrital;
- O cumprimento rigoroso das metas fiscais vigentes.
Racionalização e Eficiência das Despesas
A reprogramação orçamentária e financeira de 2026 será gerida pela Secretaria de Economia, priorizando o fluxo de caixa. Órgãos que necessitarem de créditos adicionais devem apontar a fonte de financiamento ou, na ausência de compensação, apresentar fundamentação técnica robusta. Essas ações alinham-se ao Decreto nº 48.509/2026, assinado pela governadora Celina Leão em abril, que foca na racionalização, controle e eficiência administrativa, incluindo a revisão de contratos e o controle de gastos com pessoal.
Visão Geral
As novas medidas buscam assegurar a sustentabilidade das contas do Distrito Federal. Ao centralizar as decisões e vincular os gastos à capacidade real de arrecadação, o governo distrital tenta conter o déficit e garantir maior responsabilidade na gestão do erário público.
Créditos: Misto Brasil





















