Não perca a energia contagiante de um espetáculo musical que promete emocionar todos os sentidos!
O público poderá conferir os shows da dupla Vanderley e Valtecy e do músico Claudinho da Viola. Evento começa às 9 horas
Por Misto Brasília – DF
O Museu Vivo da Memória Candanga, localizado no Núcleo Bandeirante, será palco da 5ª edição do projeto Café Som Viola neste sábado, 18 de março, com atividades das 9h às 12h.
O evento, que tem entrada franca, é uma homenagem ao Dia Nacional da Música e da Viola Caipira, celebrado em 13 de julho conforme a Lei nº 14.472/2022. Esta data foi estabelecida com o apoio do Clube do Violeiro Caipira para enaltecer a música de raiz brasileira.
Os presentes poderão apreciar as apresentações musicais da dupla Vanderley e Valtecy, além do talento de Claudinho da Viola.
O Café Som Viola terá um formato colaborativo, incluindo café da manhã compartilhado, uma feira de artesanato organizada pelas Oficinas do Saber, rodas de conversa e um espaço aberto para apresentações de artistas e moradores locais.
O objetivo do projeto é firmar o museu como um polo de encontro acessível e intergeracional.
Além de promover a viola caipira como patrimônio cultural, o Café Som Viola também abre espaço para diversas outras manifestações artísticas da comunidade, como dança, poesia, literatura e artes visuais.
Programação do evento
9h – Abertura com café da manhã colaborativo
Feira de artesanato das Oficinas do Saber (participação de Cia do Lacre e Cria Mulher Corte e Costura Criativa)
Apresentação musical com Vanderley e Valtecy
Roda de prosa – momento para reflexão e diálogo
Apresentação musical com Claudinho da Viola
12h – Palco aberto para artistas e comunidade
Visão Geral
O evento Café Som Viola chega à sua 5ª edição no Museu Vivo da Memória Candanga, no Núcleo Bandeirante, no sábado, 18 de março, das 9h às 12h. A iniciativa, com entrada gratuita, celebra o Dia Nacional da Música e da Viola Caipira e contará com shows da dupla Vanderley e Valtecy e de Claudinho da Viola. O projeto visa consolidar o museu como um ponto de encontro acessível e geracional, promovendo a cultura da viola caipira e outras manifestações artísticas locais, como dança, poesia, literatura e artes visuais.























