A ABSAE avalia positivamente a nova resolução do Novo PAC que reforça o conteúdo nacional no primeiro leilão de baterias, garantindo segurança jurídica, previsibilidade e o fortalecimento da transição energética no Brasil.
A Associação Brasileira de Soluções de Armazenamento de Energia (ABSAE) manifestou sua avaliação positiva em relação à publicação da Resolução CIIA-PAC/CC nº 6.
A medida consolida o caráter estratégico do primeiro leilão de baterias, promovendo uma integração sólida entre as diretrizes da política energética e o desenvolvimento da indústria nacional.
Para os especialistas do setor de energia limpa, a decisão traz um respaldo regulatório fundamental.
Ao endossar exigências prévias sem alterar as regras fundamentais do certame, o governo demonstra estabilidade institucional, um fator decisivo para atrair novos investimentos em tecnologias sustentáveis e soluções de flexibilidade para a rede elétrica.
O impacto no cronograma e na segurança dos investidores
A nova regulamentação, inserida no contexto do Novo PAC, não impacta o segundo certame planejado, que continuará aberto tanto para equipamentos fabricados no país quanto para importados.
Além disso, o cronograma oficial permanece inalterado, preservando a confiança dos agentes de mercado que apostam no avanço do armazenamento de energia.
Para a ABSAE, manter os prazos estabelecidos é a chave para dar efetividade às políticas públicas.
A entidade ressalta que a iniciativa cumpre um duplo papel: assegurar a confiabilidade do sistema elétrico e estimular o surgimento de uma cadeia produtiva robusta voltada para as baterias em solo brasileiro.
Próximos passos para o setor de energia limpa
Com regras claras e um horizonte bem definido, o mercado brasileiro de armazenamento de energia caminha para se consolidar como um dos mais dinâmicos da América Latina.
A harmonia entre desenvolvimento industrial e expansão da transição energética abre espaço para que novos projetos saiam do papel.
A expectativa da ABSAE é que a previsibilidade regulatória continue guiando os próximos passos do setor.
Dessa forma, o Brasil poderá capturar todos os benefícios socioeconômicos e tecnológicos trazidos pela modernização da infraestrutura elétrica, consolidando um futuro mais limpo e resiliente.














