O cenário traz otimismo cauteloso. Para julho, 64% das indústrias projetam estabilidade e 32% esperam um desempenho positivo
O cenário traz otimismo cauteloso. Para julho, 64% das indústrias projetam estabilidade e 32% esperam um desempenho positivo
Por Misto Brasil – DF
O mercado doméstico se consolidou como o principal motor da indústria de materiais de construção no início do segundo semestre.
De acordo com o Termômetro Abramat, o setor demonstra forte resiliência na demanda interna, com 45% das empresas registrando aumento no volume de vendas no segundo trimestre e a capacidade industrial instalada operando firmes em 75%.
O cenário inspira um otimismo cauteloso. Para julho, 64% das indústrias preveem estabilidade e 32% antecipam um desempenho positivo, o que confirma uma trajetória de recuperação gradual.
Investimentos focados em eficiência
Mesmo diante de incertezas econômicas, os planos de investimentos para os próximos 12 meses permanecem ativos para a maioria dos empresários:
Aportes mantidos: 59% das empresas pretendem investir a médio prazo, um índice superior aos 52% registrados em 2025;
Prioridades: 32% focam na modernização da produção e 27% na ampliação da capacidade;
Cenário Externo: No mercado internacional, o ritmo é mais lento, com 56% prevendo estabilidade e 22% indicando uma possível queda.
FIM PUBLICIDADE
Segundo a Abramat, a indústria demonstra capacidade de reação, mas ainda enfrenta obstáculos devido à desconfiança política.
O levantamento também revelou que apenas 5% dos empresários demonstram otimismo em relação às ações governamentais para o desenvolvimento do setor, o que ressalta a necessidade de maior previsibilidade econômica para impulsionar investimentos.
Visão Geral
O mercado doméstico tem sido o principal impulsionador da indústria de materiais de construção no início do segundo semestre. O Termômetro Abramat indica que o setor apresenta forte resiliência na demanda interna, com 45% das empresas vendo um aumento nas vendas no segundo trimestre e a capacidade industrial operando a 75%.
Para julho, há um otimismo cauteloso, com 64% das indústrias esperando estabilidade e 32% prevendo um desempenho positivo, sinalizando uma recuperação gradual.
Apesar das incertezas econômicas, os planos de investimento para os próximos 12 meses continuam ativos. 59% das empresas planejam investir, focando principalmente na modernização da produção (32%) e na ampliação da capacidade (27%). Em contraste, o mercado internacional mostra um ritmo mais lento, com 56% prevendo estabilidade e 22% antecipando uma queda.
A Abramat destaca que, embora a indústria mostre capacidade de reação, a desconfiança política ainda é um fator limitante. Apenas 5% dos empresários estão otimistas com as ações do governo para o setor, indicando a necessidade de maior previsibilidade econômica para destravar investimentos.
Créditos: Misto Brasil






















