Ação Federal atinge maioria para confirmar prisões de ex-presidente do BRB e advogado em caso Master
A Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) atingiu a maioria necessária para confirmar a manutenção das prisões preventivas de Paulo Henrique Bezerra Rodrigues Costa, ex-presidente do Banco de Brasília (BRB), e do advogado Daniel Lopes Monteiro. As detenções ocorreram devido ao chamado “Caso Master”, uma investigação conduzida pela Polícia Federal com o suporte da Procuradoria-Geral da República.
O andamento do julgamento no STF
O processo está sendo analisado em plenário virtual, com prazo final estipulado para esta sexta-feira (24), às 23h59. A decisão do colegiado ratifica a liminar concedida anteriormente pelo relator, o ministro André Mendonça, no âmbito da Petição (PET) 15771.
Até o fechamento desta apuração, os ministros Luiz Fux e Nunes Marques votaram a favor do relator, consolidando a maioria. O ministro Gilmar Mendes ainda não proferiu seu voto, enquanto o ministro Dias Toffoli declarou-se impedido de participar do julgamento por foro íntimo.
Contexto das investigações
As apurações, concentradas no Inquérito (INQ) 5026 — também sob responsabilidade do ministro André Mendonça —, investigam denúncias de fraudes bilionárias na transferência de carteiras de crédito entre o BRB e o Banco Master. Ao defender a continuidade da prisão, o relator apontou a presença de elementos robustos que fundamentam a prática de graves crimes financeiros, como gestão fraudulenta, lavagem de dinheiro, corrupção e a formação de organização criminosa.
Visão Geral
A decisão reflete a postura do Supremo em manter medidas cautelares quando há fortes indícios de delitos que impactam diretamente o Sistema Financeiro Nacional. O caso segue sob observação, dada a gravidade dos fatos narrados e o envolvimento de figuras centrais nas instituições bancárias citadas. Para mais informações sobre o desdobramento jurídico, você pode acompanhar os detalhes oficiais no Portal do STF.
Créditos: Misto Brasil






















