A CropLife Brasil (CLB) tem uma nova liderança! Ana Repezza, que atualmente atua como diretora de Negócios na ApexBrasil, foi escolhida para ser a próxima presidente da associação, após um processo seletivo criterioso.
A CropLife Brasil (CLB) tem uma nova liderança! Ana Repezza, que atualmente atua como diretora de Negócios na ApexBrasil, foi escolhida para ser a próxima presidente da associação, após um processo seletivo criterioso.
Sua posse oficial está agendada para o dia 4 de maio, e até lá, ela passará por um período de transição institucional. Durante este tempo, a equipe executiva da CropLife Brasil continuará gerenciando as atividades sob a supervisão do Conselho.
Experiência Profissional
Ana Repezza possui um currículo robusto com mais de 25 anos de experiência. Em sua carreira, destacam-se a liderança de missões internacionais e sua atuação como Secretária-Executiva da Camex (Câmara de Comércio Exterior). Ela tem uma trajetória sólida na articulação de políticas comerciais e na atração de investimentos, habilidades cruciais para o novo desafio.
Processo de Seleção
A seleção de Ana foi realizada pelo Conselho de Administração da CropLife Brasil, através de um processo estruturado e rigoroso. O principal objetivo desse processo foi encontrar um líder capaz de fortalecer a atuação estratégica da entidade, abordando os desafios de inovação e sustentabilidade no agronegócio brasileiro.
Impacto na Indústria
Sergi Vizoso, vice-presidente sênior da BASF Soluções para a Agricultura na América Latina e atual presidente do conselho da CropLife Brasil, enfatizou a importância da chegada de Ana. Ele observou que sua vasta experiência será fundamental para consolidar a indústria de tecnologias agrícolas como um pilar essencial para o desenvolvimento do agronegócio no Brasil.
Visão Geral
A CropLife Brasil (CLB) é uma associação civil sem fins lucrativos, fundada em 2019. Sua missão é representar empresas que investem em pesquisa e desenvolvimento de tecnologias para a agricultura. A associação abrange diversos setores vitais, como germoplasma (sementes), biotecnologia, defensivos químicos e bioinsumos, contribuindo para a inovação e a sustentabilidade do setor.
Créditos: Misto Brasil




















